Saúde na obra

Devido ao rápido alastramento pelo globo e, consequentemente, o alto número de mortes, no dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde, OMS, decretou a pandemia do novo coronavírus, COVID-19. Desde então, a população mundial vem adaptando as mais diversas áreas da sociedade como forma de tentar conter o novo vírus. Medidas preventivas como o uso de máscaras, de álcool em gel, de luvas e aferição de temperatura, foram tomadas para auxiliar na prevenção. Então, neste texto você verá como a Construção Civil foi afetada e quais mudanças ocorreram para trazer um ambiente mais seguro para os trabalhadores e colaboradores.    

Inicialmente, esperava-se que este setor sofresse grande impacto, devido à queda na compra de imóveis, a diminuição na importação de matérias-primas e o fechamento de lojas. Contudo, com este novo cenário, a Construção Civil teve importante atuação na construção de hospitais, pronto-socorros, entre outras instalações públicas. Obras que já estavam em andamento não foram paralisadas e as construtoras que fecharam as portas migraram para a loja virtual. Com essas soluções a Construção Civil conseguiu uma rápida recuperação, tendo momento de superação como em junho de 2020 que foi o melhor mês para o setor no Brasil em 4 anos, segundo Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Como pode se perceber, a paralisação das atividades da Construção Civil é inviável por trazer diversos prejuízos (tanto para o setor, quanto para a civilização), portanto, a Jofege apresentará a seguir as ações recomendadas para que você possa gerir suas obras com mais segurança contra a propagação do novo vírus.

HIGIENE EM OBRAS

Uma higienização adequada contribui para mitigar a propagação do vírus, portanto em locais de uso comum é imprescindível seguir as recomendações abaixo:

  • A cada 1 hora, limpar com cloro ativo maçanetas, torneiras e locais de uso frequente.
  • A cada 2 horas, limpar com cloro ativo banheiros físicos ou químicos, sanitários, pias, bebedouros, refeitórios, vestiários, relógio de ponto, catracas e equipamentos de trabalho. 

 

HIGIENE PESSOAL

A higiene pessoal é um dos métodos mais eficazes de prevenção do novo coronavírus. Por esta razão, deve ser disponibilizado, em obras e escritórios, álcool 70%. Além disso, a empresa deve supervisionar a disponibilidade de sabonete nos banheiros para que este não falte. A lavagem das mãos e equipamentos, incluindo os individuais, deve ser frequente, sendo deste último, antes e depois do manuseio. É indicado que a equipe seja orientada sobre qual a maneira correta de fazer a higienização e sua frequência.

 

AGLOMERAÇÕES

Além da higienização, outra recomendação que deve ser seguida com afinco é a restrição da aglomeração. Isso significa que os indivíduos devem se manter o mais afastados possível em locais de uso comum como escritórios, refeitórios, elevadores, entre outros. Veja abaixo modos de evitar a aglomeração: 

  • O horário de almoço deve ser feito em turnos alternados para que diminua o fluxo de pessoas no local. As mesas e assentos devem estar afastadas, pelo menos, 2 metros umas das outras, mantendo o distanciamento social, como orienta a OMS. É recomendado que a refeição seja servida pelos responsáveis de cozinha e estes devem, obrigatoriamente, usar luvas. 

 

  • A circulação de pessoas deve ser restrita apenas a funcionários e serviços imprescindíveis. A entrada destes tem de ser a mais rápida possível e não deve ocorrer o contato direto com os trabalhadores. E, considerando os tópicos anteriores, a higienização das mãos deve ser feita antes e depois da execução do serviço. 

 

  • Se possível, os turnos de trabalho também devem ser alternados, a fim de evitar grande circulação de pessoas nos canteiros de obras e a aglomeração nos transportes públicos.

 

DISTANCIAMENTO SOCIAL E CONTATO DIRETO

Assim como mencionado no tópico anterior, o distanciamento social deve ser respeitado também no canteiro de obras. A distância de dois metros deve ser mantida em qualquer circunstância. Consequentemente, o contato direto, como apertos de mãos, devem ser evitados. Da mesma forma, instrumentos de uso comum devem ser higienizados antes e depois de sua utilização.

 

EPIs

As empresas devem orientar seus funcionários como utilizar de forma correta os Equipamentos de Proteção Individuais, de forma a não deixarem de usar as máscaras e luvas, como recomenda a OMS. Os EPIs devem sempre serem higienizados e estarem em excelentes condições de uso, tanto para prevenir o contágio do novo vírus, quanto para evitar acidentes de trabalho. 

 

GRUPO DE RISCO 

Pessoas do grupo de risco devem receber uma atenção maior, mas, preferencialmente, devem ser isoladas para evitar o contágio. Para ser considerado do grupo de risco a pessoa deve ter/ser:

  • Mais de 60 anos de idade;
  • Pressão alta;
  • Problemas cardíacos ou respiratórios;
  • Diabetes;
  • Imunodeprimidos, como transplantados ou portadores de doenças autoimunes;

 

Além desses quadros, pessoas que retornaram de viagem, devem ficar isoladas em suas casas durante 7 dias. 

 

SINTOMAS

É importante ressaltar que é imprescindível ficar atento aos sintomas e sempre alertar a empresa ao ter alguma suspeita. Deve informar aos responsáveis se houve contato com alguém que testou positivo ou apresentou sintomas característicos da doença. Além do mais, se o funcionário realizar o teste e positivar, deve investigar com quais outros funcionários ele esteve em contato, a fim de tomar as medidas cabíveis e recomendadas. 

Os principais sintomas e que devem receber mais atenção são:

  • Tosse seca;
  • Febre alta;
  • Coriza;
  • Dor de garganta;
  • Dificuldade de respirar.

A medida que deve ser tomada de imediato é o isolamento do funcionário em casa, sem que haja prejuízo financeiro para este. 

DIVULGAÇÃO E AÇÕES

As empresas devem espalhar cartazes que ressaltem as orientações da Organização Mundial da Saúde, como o uso obrigatório de máscara, o uso de álcool em gel 70%, a higienização correta e regular das mãos que não devem ser levadas ao nariz, à boca e aos olhos. Também deve conter instruções sobre não compartilhar objetos de uso pessoal, como celulares. 

Reuniões e conferências inadiáveis devem ser feitas por videochamadas, se possível. Caso contrário, devem ser realizadas em locais arejados, respeitando o distanciamento entre os participantes. Indivíduos que apresentarem sinais como tosse e espirros, devem ser dispensados. Eventos e viagens para locais com grandes aglomerações devem ser canceladas ou adiadas. 

Deve liberar para trabalhar remotamente o máximo de pessoas que for possível, priorizando os que são ou que convivem com pessoas do grupo de risco. 

Você conhecia ou já praticava todas estas recomendações em suas obras? Gostou do nosso conteúdo? Então continue seguindo o blog da Jofege para ver mais dicas e orientações como estas! 

A Indústria 4.0 na Construção Civil

Não é novidade que estamos na era da 4ª Revolução Industrial e, para que uma empresa tenha vantagens competitivas em relação aos concorrentes, ela deve se adequar a esta nova realidade. Apesar disso, segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) apresentados em 2018, menos de 2% das indústrias brasileiras estão inseridas no conceito de “Indústria 4.0”, sendo este capaz de movimentar US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos. 

 

Mas você sabe exatamente o que é a Indústria 4.0 e como ela impacta no setor da Construção Civil? Não? Então continue a leitura, que a Jofege explica para você! 

 

QUAIS FORAM AS OUTRAS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS?

 

Antes de falarmos sobre a 4ª Revolução Industrial, é importante ter uma noção de quais e como foram as Revoluções anteriores.

 

A primeira Revolução Industrial ocorreu na metade do século XVIII, na Inglaterra, e seu principal marco foi a criação da máquina a vapor e a aplicação desta na produção têxtil. Com isso, o desenvolvimento das cidades e da economia foi inevitável. Os campos passaram por um processo de mecanização e as cidades foram se expandindo cada vez mais, gerando novos empregos, aumentando o número de fábricas, consequentemente, de mercadorias. A construção de ferrovias nesse período foi de grande importância para facilitar o transporte de tais produtos e pessoas.

 

Já a Segunda Revolução ocorreu em meados dos séculos XIX e XX. E foi nesse período que automóveis, telefones, televisões, aviões e rádios foram produzidos e comercializados. Também é conhecido pela produção em massa e pelo famigerado modelo de linha de montagem de Henry Ford, de 1913.

 

E, por fim, a Terceira Revolução Industrial. Esta se intensificou a partir da segunda metade do século XX, mais especificamente após a Segunda Guerra Mundial. Também conhecida como Revolução Tecnocientífica, esta fase é caracterizada pelo aprimoramento das máquinas e tecnologias, além da criação de robôs e evolução contínua de aparelhos tecnológicos. 

O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

 

Agora que já sabemos quais foram as primeiras Revoluções, vamos focar no tema deste texto!

 

A Indústria 4.0 é um reflexo da 4ª Revolução Industrial, a qual tem como principal característica a fusão do físico, tecnológico e biológico, citando como exemplo a Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Biologia Sintética. Em outras palavras, é a evolução da relação entre homem e máquina. 

 

Este conceito foi dado em 2016 pelo fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em uma obra homônima. Em suas palavras, a Quarta Revolução Industrial “gera um mundo no qual os sistemas de fabricação virtuais e físicos cooperam entre si de uma maneira flexível a nível global”.

 

Para entender melhor esta fusão, relação e cooperação, vamos abordar a seguir as 9 principais tecnologias que são aplicadas na Indústria 4.0.

 

QUAIS SÃO AS TECNOLOGIAS APLICADAS NA INDÚSTRIA 4.0?

 

 

  • Big Data e Data Analytics

 

 

A aplicação de Big Data e Data Analytics otimiza a qualidade da produção, economiza energia e melhora o desempenho dos equipamentos, uma vez que tem a capacidade de coletar, organizar e analisar dados de diversas fontes.

 

 

 

  • Robôs autônomos

 

 

Apesar de os robôs já serem utilizados há muito tempo na indústria, a novidade é que agora eles têm a capacidade de exercer suas funções, de forma inteligente, cooperativa e autônoma, sem supervisão humana. As vantagens para a indústria são a redução nos custos de mão-de-obra e o aumento na produção.

 

 

  • Simulação

 

 

Na Indústria 4.0, a simulação serve para auxiliar na cadeia de produção, uma vez que o ambiente virtual envolve máquinas, produtos, processos e pessoas. Além disso, são usados dados do mundo físico.

 

 

  • Integração de Sistemas (horizontais e verticais)

 

 

Estas integrações estão relacionadas ao sistema de TI consistentes e interligados dentro e fora das empresas, ou seja, da engenharia e produção até fornecedores e clientes. 

 

 

  • Internet das coisas

 

 

Você já deve ter ouvido falar na Internet das Coisas, IoT, mas você sabe o que é? São todos os sensores que fazem parte do nosso dia-a-dia que são conectados a dispositivos como celular, TVs, automóveis, entre outros. Ou seja, são as coisas inteligentes conectadas pela internet. Estes sensores conectados geram dados e dados analisados (data analytics) aumentam a capacidade de tomada de decisão em tempo real.

 

 

  • Cibersegurança (Cyber Security)

 

 

Seu principal objetivo é proteger dados e sistemas de ameaças cibernéticas. Pode-se dizer que é uma consequência do mundo altamente conectado e integrado. 

 

 

  • Computação em Nuvem (Cloud Computing)

 

 

Apesar de ser utilizada em muitas organizações, na Indústria 4.0 se tem um aumento na capacidade e velocidade de processamento, otimizando o desempenho das tecnologias em nuvem.  Dentre os benefícios, destaca-se a maior quantidade de dados passíveis de integração e economia de hardware para as organizações.

 

  • Manufatura Aditiva

 

 

A Manufatura Aditiva também é chamada de impressão 3D. Na Indústria 4.0 ela é utilizada em larga escala para a produção de peças customizadas em pequenos lotes, reduzindo, assim, os custos de personalização, fabricação e transporte. 

 

 

  • Realidade Aumentada

 

 

Essa tecnologia tem sido muito explorada pela Indústria 4.0, especialmente nas áreas da medicina e educação, por permitir que o mundo real interaja com o mundo virtual. Outra aplicação muito frequente é para o treinamento profissional de colaboradores. 

 

COMO É A INDÚSTRIA 4.0 NA CONSTRUÇÃO CIVIL?

 

Abaixo abordaremos os principais pontos que têm se mostrado vantajosos nas etapas da Construção Civil, desde o planejamento até os processos de controle e gerenciamento de obras. Também é importante citar que estas tecnologias auxiliam na gestão financeira, comercial e estratégica das empresas.

Aumento da Produtividade

Com a automação de algumas etapas, análise de informações, por exemplo, há uma perda menor de tempo. Sendo assim, os gestores têm mais disponibilidade para controlar a operação, aumentando a produtividade e, consequentemente, melhorando os resultados da empresa. Além disso, o gerenciamento centralizado, resultado da automação, faz com que diminua os riscos de possíveis erros e facilita o gerenciamento de cronogramas. 

Fortalecimento da Qualidade

Qualidade é um dos pilares da Construção Civil e, por este motivo, a Indústria 4.0, por meio de softwares de gestão, tem o importante papel de acompanhar o andamento físico-financeiro das atividades. Além de controlar o cadastro de contatos e fornecedores, facilitando a disponibilidade de profissionais e materiais.

 

Otimização da Gestão

Como já mencionado, a 4ª Revolução Industrial e seus bem-feitos na Construção Civil facilitam o gerenciamento de obras. A otimização da gestão de dados simplifica a criação de gráficos de controle, a centralização de informações e seu acesso. 

 

Acessibilidade para empresas de diversos portes

É importante ter em mente que estas tecnologias não são exclusividades de grandes empresas. Incorporadoras, construtoras e empreiteiras de pequeno porte também podem ter acesso aos benefícios da Indústria 4.0 e se destacarem no mercado com tal diferencial competitivo. Existem softwares de gestão de uso prático e implementação descomplicada, portanto, empresas de pequeno porte podem dispor de métodos para atingirem uma boa performance operacional, aumentando a competitividade, graças a acessibilidade e sua democratização. 

 

Aumento de Competitividade

O aumento da competitividade é uma consequência dos benefícios citados anteriormente. O aumento da produtividade, somado com a melhoria da qualidade, faz com que haja uma redução de custos e, com isso, se torna possível ampliar os investimentos. O aumento da qualidade faz com que novos clientes sejam atraídos e a melhoria na gestão ajuda na expansão dos negócios, tendo como resultado, um mercado mais competitivo.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a 4ª Revolução Industrial e suas contribuições para o desenvolvimento humano? Então continue acompanhando o blog da Jofege para ficar por dentro de mais conteúdos como este.

Calcário: o sal da terra

Os solos brasileiros, principalmente os do Cerrado, são ácidos, contêm alumínio tóxico em excesso e são pobres em nutrientes. Sendo assim, para que estes solos se tornem mais ricos e aptos para agricultura a solução mais viável, e a mais utilizada, é a calagem. 

 

Este método serve para corrigir e condicionar os solos, fornecendo um ambiente mais produtivo e rico em nutrientes para as futuras plantações. Para diminuir a acidez, são utilizados elementos químicos como cálcio e magnésio, resultando em calcário. Ou seja, este é obtido pela moagem da rocha calcária e é composto por carbonato de cálcio (CaCO3) e/ou de magnésio (MgCO3). 

 

O calcário admite diversos papéis no processo de correção do solo. Entre estes papéis destaca-se: a diminuição da implicação tóxica do Alumínio (Al); diminuição da retenção do Fósforo (P); aumento da disponibilidade do Nitrogênio (N), Potássio (K), Enxofre (S), Molibdênio (Mo), entre outros elementos, no solo; aumento da ação dos fertilizantes, evitando seu desperdício; melhoramento da qualidade do solo, gerando melhor aeração e circulação de água; entre muitos outros.

 

JOFEGE MINERAÇÃO

 

O trabalho da Jofege neste ramo, teve início em junho de 2012 na região Centro-Oeste, com o objetivo de ofertar o principal insumo agrícola, corretivo de acidez de alta qualidade e performance.

 

Com a finalidade de levar ao cliente um produto de alta qualidade, a JOFEGE faz uso dos mais rigorosos processos de produção. Portanto, os investimentos em máquinas, instalações, equipamentos e trabalhadores qualificados foram altos. Desta forma, atende às exigências do mercado técnico, valorizando, assim, a verticalização da produtividade agrícola e satisfação do produtor.

 

Segundo os órgãos reguladores,

  • O corretivo de acidez JOFEGE tem se apresentado com resultados lineares
  • Também é este órgão que atesta nosso produto como sendo um dos melhores da região Centro Oeste
  • A análise mais recente do laboratório Solocria reafirma nossa posição

 

As diversas análises realizadas em nosso calcário nos trazem as informações concretas da presença dos elementos necessários para realização de uma ótima calagem, elevando assim a produtividade do Agronegócio Brasileiro.

Urbanização e sustentabilidade

Juntas na mesma estrada

 

A Jofege está sempre buscando diferentes formas de diminuir os impactos ambientais em seus projetos. Por este motivo, em obras específicas, é utilizado o asfalto ecologicamente correto. Já ouviu falar? O “Asfalto-borracha”, como é popularmente conhecido, leva tal nome por conter em sua composição 14% de pó de borracha de pneu, diminuindo, assim, o descarte incorreto deste. Além do reaproveitamento, o asfalto produzido pela Jofege tem a vantagem de ser altamente resistente se comparado com os asfaltos comuns. 

 

Vamos agora conhecer um pouco sobre o asfalto ecologicamente correto:

 

Quando e onde surgiu?

Na década de 60, o engenheiro e pesquisador Charles McDonald buscava materiais asfálticos que apresentassem boa flexibilidade na temperatura ambiente. O engenheiro percebeu que a borracha de pneu moída apresentava boas características elásticas e, por conta disso, estudou a influência do teor de borracha adicionada na mistura asfáltica, tipo de borracha incorporada, tempo e a temperatura necessária para produção.

McDonald observou que a mistura asfáltica resultante da liga com borracha apresentava ótimas características quando produzidas em altas temperaturas, patenteando a técnica em 1978. Embora realizada de forma empírica e simples, os ensaios realizados por McDonald permitiram estabelecer que a mistura asfalto-borracha deveria apresentar:

  • Mínimo de 15% em massa de borracha no Asfalto para adquirir viscosidade e a elasticidade necessária;
  • Temperatura de 177°C e mínimo 45 minutos de mistura para otimizar a produção da mistura.

 

Há quanto tempo está presente no Brasil? 

Apesar de este tipo de asfalto já estar presente nos Estado Unidos e na Europa há mais de seis décadas, ele só passou a ser utilizado no Brasil há menos de 20 anos. Segundo  Bernucci et al (2008), a primeira aplicação do Asfalto Borracha no Brasil foi na BR 116/RS em agosto de 2001. Contudo, o setor está sempre em desenvolvimento e expansão, principalmente, devido à forte atuação de entidades não governamentais e empresas privadas ligadas ao setor de pneumáticos.

 

VANTAGENS:

 

Além do seu valor ecológico, citado anteriormente, a aplicação do Asfalto borracha se difere do asfalto convencional pelas razões: 

 

  • Maior viscosidade 
  • Maior elasticidade 
  • Menos sensível a variações extremas de temperaturas 
  • Maior resistência à luz solar (raios UV)
  • Maior resistência à intempéries 
  • Envelhecimento mais lento 
  • Retarda a reflexão de trinca 
  • Diminui em aproximadamente cinco (5) decibéis o nível de ruído provocado pelo tráfego. 
  • Permite utilizar traços abertos e descontínuos, (ausência de agregado médio) 
  • Maior adesividade aos agregados 
  • Maior poder impermeabilizante
  • Maior atrito entre o pneu e o pavimento, minimizando assim o risco de acidentes. 

 

 

 

DESVANTAGENS:

Apesar de serem poucos, não podemos deixar de citar seus pontos negativos. Que são:

 

  • Desembolso um pouco maior na aquisição do Ecoflex; 
  •  Maiores temperaturas de usinagem e compactação que a mistura com ligante convencional;
  • Controle tecnológico mais apurado. 

 

 

É importante saber que, por ano, são descartadas 450 mil toneladas de pneus, o equivalente a cerca de 90 milhões de unidades utilizadas em carros de passeio. E cada pneu demora, aproximadamente, 600 anos para se decompor, e podem servir de criadouros para os mosquitos Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Por estas razões, unir a urbanização com a sustentabilidade é de extrema importância para 

diminuir os impactos ambientais, sem privar os cidadãos da comodidade de ter uma rua pavimentada. 

Preocupado com o meio ambiente e saúde da população, Grupo JOFEGE é pioneiro em logística reversa na construção civil  

A Logística Reversa, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei Federal nº 12.305 de 2010,  é “um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

O serviço pode ser realizado por empresas de direito público ou privado que fabriquem, importem, distribuam ou comercializem produtos que gerem resíduos sólidos nocivos à natureza. A lei indica ainda os setores que são obrigados a realizar a Logística Reversa, são eles:

-agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;

-pilhas e baterias;

-pneus;

-óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;

-lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;

-produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Esse é um dos instrumentos implementados pela lei de 2010, que inclui também a coleta seletiva, inventário e sistema declaratório anual de resíduos sólidos, dentre outros procedimentos.

O grupo JOFEGE não se enquadra nos setores em que há obrigatoriedade desse tipo de ação, mesmo assim, preocupado com o meio ambiente e qualidade de vida da população, aderiu à logística reversa e passa a oferecer o serviço para seus clientes e parceiros, sendo pioneiro deste procedimento no setor de construção civil

A princípio a política de logística reversa será empregada pela JOFEGE para embalagens de cimento ou argamassa à base de celulose e gesso remanescente da construção civil. O serviço é destinado para produtos da JOFEGE e terceiros.

 

O gesso na construção civil

O gesso é um material muito utilizado na construção civil, seja para o revestimento de tetos e paredes, em componentes pré-moldados e acabamentos. Logo, devido ao seu uso diversificado nesse setor, a construção civil é uma das principais responsáveis na geração desse tipo de resíduo sólido. Devido às suas características químicas, o descarte e a decomposição incorretos do gesso pode contaminar o ar, solo e lençóis freáticos, por isso não é recomendável a incineração ou decomposição em aterros, mas a reutilização.

 

Logística reversa do gesso pela JOFEGE

Depois de muito estudo e análise, a JOFEGE desenvolveu uma estratégia de implantação da logística reversa para o gesso remanescente da construção civil e segue os seguintes passos:

1 – O primeiro passo é a separação do gesso de outros resíduos que deve ser feita pela empresa que solicita o serviço.

2 – O segundo passo é o armazenamento. O material precisa ser armazenado em bags de 1m³ até acumular uma carga equivalente a catorze toneladas.

3 – O terceiro passo é solicitar o recolhimento do material à JOFEGE. Para isso, a empresa solicitante precisa ter o equipamento necessário para o carregamento correto do caminhão.

4 – Após o carregamento, o material será encaminhado à unidade produtora de cimento da JOFEGE, onde passará pelo tratamento correto para retornar ao setor de construção civil.

 

Logística reversa de embalagens à base de celulose de argamassa e cimento

No caso das embalagens, o procedimento estabelecido pela JOFEGE segue as seguintes instruções:

1 – O primeiro passo é a separação e limpeza das embalagens por parte da empresa solicitante para que não haja resíduos de cimento ou argamassa nas mesmas.

2 – O segundo passo é amarração das embalagens em fardos de 120 sacos, aproximadamente.

3 – Ao completar a carga de catorze toneladas, a empresa poderá solicitar à JOFEGE o recolhimento das embalagens. Assim como para o carregamento do gesso, a empresa solicitante precisa ter o equipamento necessário para o carregamento correto do caminhão.

4 – As embalagens seguirão para a JOFEGE que entrará em contato com a empresa que presta serviço de coleta entulhos, embalagens e resto de madeira de acordo com a legislação ambiental. Após esse processo, a empresa solicitante do serviço receberá uma carta de anuência confirmando o recebimento e a destinação adequada do material, conforme a lei citada neste artigo.

É importante ressaltar que esse serviço oferecido pela JOFEGE não se aplica para embalagens de plástico. A política de logística reversa é oferecida às construções das quais a empresa atende e deverá ser solicitada a um representante da obra.

 

Política de logística reversa como estratégia de produtividade

A aplicação da política de logística reversa na construção civil pode ser vista como uma estratégia para agilizar a produtividade do setor. Um canteiro de obras com sobras e resíduos pode atrapalhar a organização e rotina da construção. Além disso, contatar uma empresa para realizar o recolhimento e destinação dos resíduos pode gerar ganho de tempo, já que o frete assim como a escolha da melhor empresa para a destinação ou tratamento de cada material, podem ser desgastantes e demorados.

História e Evolução da Construção Civil no Brasil

O que seria da humanidade sem a construção civil, não é mesmo? Neste texto, a Jofege te apresentará um breve resumo da origem e mostrará que ela sempre esteve presente na sociedade e continua em constante evolução. 

Origem do termo

No passado, a engenharia era dividida  em duas áreas:  Civil e  Militar. Com o passar do tempo essas áreas se fundiram e a construção civil passou a ser todo o tipo de obra que interage com uma sociedade. Como exemplo, podemos citar os edifícios (comerciais e residenciais), pontes, estradas, túneis, obras de saneamento, canais de navegação, entre outros. Além disso, passou a ser de suma importância para o desenvolvimento da civilização, principalmente pela geração de empregos, uma vez que ela conta com profissionais da engenharia, arquitetura, entre outras áreas, movimentando assim a economia local. 

No mundo

A construção civil está presente desde os primórdios da humanidade, quando os pré-históricos usavam as cavernas como forma de abrigo e proteção contra animais. Com o passar do tempo e a evolução dos povos, os humanos começaram a se proteger de outros humanos, e foi assim que começaram a cercar as primeiras cidades com muralhas. Os egípcios trouxeram a concepção de grandiosidade e estética, o que inspiraria a arquitetura no futuro. 

Encontrada entre o povo sumério em 3.500 a.C.,um marco na construção civil foi a invenção da roda, uma vez que este elemento facilitou o transporte de materiais e possibilitou a construção de grandes estruturas.

Com a construção de castelos, igrejas e catedrais, na Idade Média, a engenharia teve uma grande evolução, apesar de o conhecimento ainda ser genérico e baseado em erros e acertos. Neste período, os mestres construtores eram responsáveis tanto pelo projeto quanto pela construção e ambos, praticamente, ao mesmo tempo. 

Esta concepção permaneceu até a era Renascentista, no século XV. A partir de então começa o conceito de arquiteto e tem-se a divisão do projeto e da obra. Neste período surge a necessidade de especialização acadêmica em arquitetura na França e na Itália.
Somente na Revolução Industrial surgem os métodos, sistemas e materiais que deram origem à Construção Civil tal como a conhecemos hoje. Um fator muito importante é a maior participação do ferro e do aço nas construções. 

Ferro e aço

No final do século XVIII, o ferro passou a ter maior participação nas construções civis, já que é resistente e permite a criação de estruturas maiores e mais espaçosas. Contudo, foi apenas a partir da Revolução Industrial, no século XIX, que o ferro teve um maior impulsionamento, se consolidando como um dos principais materiais da construção. 

Desde então, a sociedade passou a ser mais urbanizada, e o ferro, assim como o  aço, passou a ser produzido e comercializado em larga escala. Consequentemente, as infraestruturas e as construções sofreram adaptações para que estes materiais fossem amplamente utilizados e tivessem maior relevância. Hoje, são indispensáveis para este setor.

Mas quando surgiu o conceito de Construção Civil no Brasil? 

Os primeiros registros são de 1684, escritos por Frei Bernardo de São Bento e nomeados de Declaração de Obras. Nele, o Frei descreve sua reforma em um mosteiro no Rio de Janeiro. Este manuscrito ganhou notoriedade devido à riqueza de detalhes relatando os processos, técnicas, dificuldades e soluções para elas. A partir de então, a construção civil no Brasil, era focada, principalmente, em construções de igrejas e fortificações.

Em 1800, com a liberação da imprensa, foi publicado o “Manual do engenheiro ou elementos de geografia prática”, escrito por Briche e apoiado pelo governador geral da Bahia, Conde dos Arcos. O Manual, não abordava muito sobre as práticas de engenharia e construção, mas falavam sobre o que era feito no processo de fortificação militar de construções existentes, o que foi de grande contribuição. Além disso, ainda traziam as influências da cultura portuguesa e francesa. 

É notório que, nesta época, os profissionais eram trazidos, principalmente, de Portugal e, as maiores contribuições feitas à construção civil eram fortificações militares e investigações mais teóricas e culturais. Esta realidade só começou a mudar em 1810, quando a Família Real chega ao Brasil e as primeiras escolas de Engenharia Civil começam a surgir, sendo a primeira delas a Real Academia Militar.

Evolução da Construção Civil – Anos 1900

Nesta época ainda eram os mestres de obra que administravam as construções, direcionando os trabalhos e lidando com os problemas. Com isso, eram eles que desenvolviam grande parte dos processos e técnicas aplicados no dia a dia dos projetos.

O auge da Construção Civil no Brasil foi em 1940, no governo de Getúlio Vargas. O setor teve um forte investimento em tecnologia de concreto, que estava em crescimento, na construção civil e nas atividades militares. Outra questão que favoreceu o Brasil, é o fato de estar no bloco dos aliados na Segunda Guerra Mundial, trazendo assim, tecnologias norte-americanas. Ainda neste período, ocorreu a construção da Companhia Siderúrgica Nacional, o que impulsionou a produção de aço, petróleo, cimento e energia no país.

Contudo, em 1950, com a diminuição de incentivos do Estado na construção civil, a iniciativa privada passou a tomar espaço. Somado a isso, o fato da grande maioria da população ser rural contribuiu para que a construção civil não tivesse um avanço significativo neste período.

Este cenário começou a mudar com a chegada de Juscelino Kubitschek ao governo entre 1950 e 1961. O presidente estabeleceu o Plano de Metas, popularmente conhecido como “50 anos em 5”, que tinha como objetivo aumentar o investimento em diversas áreas, incluindo a indústria e a construção. 

Um marco que foi de suma importância para a história da engenharia civil e arquitetura do país, foi a construção de Brasília. Com isso, o primeiro investimento foi na construção de rodovias. Consequentemente, houve uma intensificação na construção de edificações como casas, escolas, hospitais, entre outros, motivada pela facilidade de transporte. Sendo assim, as áreas rurais começaram a se desenvolver e os centros urbanos surgiram, ocasionando uma migração da população rural em busca de empregos e isso fez com que os investimentos em infraestruturas se tornassem essenciais. 

As influências do Regime Militar – Anos 1960

A evolução da construção civil se mantém constante neste período do Regime Militar e do chamado Milagre Econômico e, para que isso fosse possível, o país passou a receber empréstimos internacionais, o que acarretou dívidas externas.

Na década de 1970, o investimento do estado retornou com maior impacto e as iniciativas privadas tiveram permissão para construir apenas prédios de apartamentos e escritórios. Esta realidade permaneceu até o fim do Regime Militar, na década de 1980, em que as iniciativas privadas voltam a ter abertura e, por conseguinte, maior atuação na construção civil.

Neste período, o Brasil entrou na chamada Década Perdida, devido à dívida externa citada anteriormente. O PIB não crescia, não havia investimento em indústria e construção civil e a crise financeira era intensa.

A recuperação começou a surgir na década seguinte. A construção civil começa a se preocupar mais com os resultados das obras, a mão de obra qualificada passa a ser um grande diferencial, as construtoras continuam a crescer e os investimentos do governo começam a ser retomados.

Já nos anos 2000, a construção civil teve bastante ênfase, dada a herança da década de 90 e o retorno dos investimentos. Houve a criação de vários programas como Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de 2007, Minha Casa Minha Vida (MCMV), de 2009 e Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias (CREMA), de 2010, o que fez com que fosse notória a importância da construção civil para a economia. Portanto, o desenvolvimento do país volta a ser foco e o setor cresce entre 2008 e 2014, incentivado, principalmente, por eventos como a copa do mundo de 2014 e as olimpíadas de 2016. Em 2014, a construção civil passa por uma nova crise, resultado da retração do PIB e da falta de investimentos.

O que se espera do setor daqui para frente?

Como podemos notar, a interação com a sociedade é fundamental para a Construção Civil, então, cada vez mais é esperado que para o bom desenvolvimento da sociedade o setor associe tecnologia à sustentabilidade, bem como inclusão social e mobilidade; valores muito presentes no pós-modernismo. Assim, é preciso pensar a arquitetura urbana para além do desenvolvimento econômico, focando também no desenvolvimento humano, que atue em prol da qualidade de vida, da saúde e bem estar, que repense a emissão de poluentes e detritos, que torne tudo mais próximo, intuitivo e conectado com o mundo que a rodeia. 

A construção civil conta, através de tijolos e cimento, a história do mundo. Pensando nisso, a Jofege está sempre à procura de novas oportunidades para melhorar a qualidade do setor, buscando oferecer o melhor para seus colaboradores e, principalmente, para a sociedade, trazendo soluções práticas e viáveis para facilitar a vida de todos!

ADEQUAÇÕES REALIZADAS PARA PROTEÇÃO DOS COLABORADORES DO GRUPO JOFEGE

O Grupo Jofege, preocupado com a saúde e segurança de seus colaboradores, implantou uma série de adequações em sua rotina de trabalho, como forma de conter a pandemia do novo coronavírus.

Uma mas medidas tomadas foi a disponibilização de um guia de Combate ao Covid-19, que está disponível aqui no site  impresso e afixado em diversos pontos da fábrica.Neste guia constam orientações gerais dos protocolos de higiene pessoal, distanciamento social, uso correto das máscaras de proteção, e também informações sobre novas rotinas no dia a dia dos funcionários, como aferição diária de temperatura, indicações para registro de ponto e uso das áreas comuns, como vestiários, refeitório e sanitários.

Outro ponto abordado no Guia são instruções de prevenção que devem ser tomadas individualmente na residência dos colaboradores, visando a proteção de toda comunidade.

O Grupo JOFEGE está atento às orientações dos órgãos responsáveis em relação à evolução do COVID-19 em nossa região e cidade. Dessa forma, está sempre certificando que todas as medidas preventivas sejam tomadas, a fim de manter a segurança de todos no ambiente de trabalho. 

Link para o nosso Ebook: https://bit.ly/32xYKdV

 

JOFEGE realiza ações solidárias para auxiliar no combate ao Coronavírus

Diante da atual situação, ocasionada pela disseminação do novo Coronavírus, a Jofege se mobilizou para ajudar a população, desde o início de maio, criando o projeto Jofege Solidária.

A primeira ação foi a doação de 1000 máscaras, desenvolvidas com tecidos que receberam o tratamento hidro repelente (processo de impermeabilização realizado pela Divisão Têxtil do Grupo Jofege), para a Santa Casa e APAE de Itatiba, com a intenção de levar mais segurança aos trabalhadores da linha de frente do combate ao Covid-19. 

Fornecedores e parceiros como a Vee Benefícios, Maciel Construções, La Vitta Pizzaria, dentre outros, se mostraram engajados na causa e auxiliaram na confecção de mais máscaras, aumentando o número de doação para mais de 10 mil. 

Extremamente prestativos e solidários, os colaboradores do setor de compras do Grupo Jofege se mobilizaram internamente para realizar mais uma ação: arrecadar alimentos, produtos de limpeza e higiene, contando com ajuda dos próprios colaboradores e fornecedores, para beneficiar famílias que estão passando por dificuldades diante da pandemia.

Já foram arrecadados cerca de 4 toneladas de suprimentos, destinados à Associação de Moradores e Amigos do Parque São Francisco (AMASF), Rede de Voluntários do Combate ao Câncer, APAE, Sibes, ao Lar Espírita Cristão e à instituições de outras cidades filiais da Jofege.

A luta continua e a população também pode participar doando alimentos e/ou produtos de limpeza e higiene. Os suprimentos podem ser entregues na central da Jofege em Itatiba, na Avenida Pedro Mascagni, 650 – Jardim Galetto, Itatiba – SP, durante o horário comercial.