Importância da gestão dos resíduos sólidos

O setor da Construção Civil é um dos que mais exploram os recursos naturais e gera resíduos sólidos. Dimensionando numericamente, em países desenvolvidos, os resíduos oriundos de novas edificações encontram-se abaixo de 100kg/m, enquanto no Brasil essa média é acima de 300kg/m. Em outras palavras, esse valor corresponde a, aproximadamente, 50% da quantidade, em peso, de resíduos sólidos urbanos coletados em cidades com mais de 500 mil habitantes, de diversos países, incluindo o Brasil. 

Os resíduos gerados pela Construção Civil são os chamados materiais inertes, que, segundo a NBR 10004/04 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), “são aqueles que, devido as suas características físico-químicas, não sofrem transformações em sua composição e relevo e se mantêm inalterados por muito tempo”. Como exemplos podemos citar tijolos, blocos cerâmicos, concretos, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica, entre outros. Eles são provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras, resultantes da preparação e da escavação de terrenos.

Devido ao descarte incorreto dos insumos remanescentes em beiras de estradas, terrenos baldios e encostas de cursos d’água, por exemplo, foi criada a Resolução 307 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que está em vigor desde janeiro de 2003. O objetivo da resolução é diminuir a quantidade de resíduos gerados e seus impactos no meio ambiente, para isso é necessário fazer um gerenciamento, isto é, um sistema que visa reduzir, reutilizar ou reciclar os materiais. Este gerenciamento inclui o planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos e recursos para desenvolver e implementar as medidas necessárias para alcançar tal objetivo. 

Uma medida já tomada pela JOFEGE, sem a obrigatoriedade da lei, é a Logística Reversa. De acordo com a SINIR (SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS) do Ministério do Meio Ambiente, a Logística Reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. 

É de responsabilidade do cidadão, enquanto consumidor, descartar os resíduos, conforme previsto pela SINIR. Já o setor privado deve gerenciar ambientalmente, de forma adequada, os resíduos, sua reincorporação na cadeia produtiva, adoção de inovações que tragam benefícios socioambientais, assim como o uso racional dos materiais e prevenção da poluição. Cabe ao Poder Público a fiscalização do processo, compartilhado com os demais responsáveis pelo sistema, conscientizar e educar os cidadãos. 

As vantagens da Logística Reversa são várias, sendo algumas delas: 

  • Os resíduos têm um descarte correto (podendo ser a reciclagem, reuso ou tratamento), diminuindo o impacto ambiental; 
  • Aumenta a renda e recursos sustentáveis, beneficiando a economia;
  • Os cidadãos passam a habitar ambientes mais limpos e saudáveis;
  • Devido à redução da necessidade de extração de novas matérias-primas, as condições do meio ambiente se tornam melhores;
  • A vida útil dos aterros sanitários aumenta, uma vez que os resíduos podem ser reinseridos na cadeia produtiva;
  • A oferta de produtos ecologicamente corretos aumenta, gerando mais empregos e renda;
  • Amplia o espaço para a geração de novos negócios.

A Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), representa um marco para a sociedade brasileira em relação à sustentabilidade, visto que apresentou aperfeiçoamento no modo como os indivíduos devem tratar resíduos sólidos gerados.

Desta forma, se você está inserido no meio da Construção Civil de alguma forma, seja como consumidor, comerciante, distribuidor, pessoa física ou jurídica, mantenha-se atento à Logística Reversa e como você pode contribuir. Para saber mais, acesse o site oficial da SINIR, clicando AQUI. Além disso, continue acompanhando o blog e as redes sociais da JOFEGE para ver mais conteúdos como este!

Construção Civil: Retrospectiva e Expectativas

Diferentemente de 2020, que foi um ano repleto de incertezas e questionamentos, 2021 trouxe esperança e muitas mudanças, principalmente devido à vacinação e a flexibilidade da quarentena. Já o setor da Construção Civil se manteve em um cenário otimista desde o ano passado, com crescimento de 2,7% no PIB, no segundo trimestre de 2021. Então, agora vamos rever tudo o que aconteceu e quais as expectativas para 2022. 

RETROSPECTIVA

Pontos Positivos

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a economia brasileira registrou uma queda de -0,1% no segundo trimestre de 2021, contudo, a Construção Civil apresentou um crescimento de 2,7%. Comparando com o mesmo período de 2020, este setor cresceu mais de 10%. 

Segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), a estimativa era um resultado de 4% de crescimento do setor. Porém, analisando os dados apresentados pelo IBGE, e o forte otimismo do setor, há uma probabilidade de correção para mais.

Pontos Negativos

Um grande empecilho que brecou um maior avanço no setor foi o aumento no preço dos materiais e matérias-primas. Isto é, entre outubro de 2020 e outubro de 2021, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) acumulou 30,24%. Para saber mais sobre o INCC e como ele impacta nas obras e no setor, clique AQUI.

Outro problema enfrentado pela Construção Civil neste ano foi a falta de mão de 

obra qualificada. Funcionários dispensados de seus serviços no início da pandemia, encontraram novos trabalhos, dentro ou fora da área.  

CONSTRUÇÃO CIVIL NA ECONOMIA BRASILEIRA

A Construção Civil é um dos setores que mais impulsiona a economia brasileira. A geração de empregos, a enorme cadeia produtiva, que vai desde a produção de insumos, até o canteiro de obras, a alta procura pelos serviços imobiliários e o aumento do mercado de luxo são alguns fatores que contribuem para o crescimento do setor.

A  ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), entidade representante do mercado imobiliário, realizou uma pesquisa que demonstrou os seguintes resultados:

  • 0% dos trabalhadores brasileiros atuam na Construção Civil;
  • 9% de todos os tributos são gerados pelo setor;
  • 7% do PIB Nacional é oriundo da construção civil;
  • 62 atividades econômicas da indústria nacional são movimentadas pelo setor.

O IBGE apontou que o PIB da Construção Civil, no 1º Trimestre de 2021, cresceu 2,1% se comparado ao último trimestre de 2020. Já no 2º Trimestre, o crescimento foi de 2,7%.

Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados)  divulgados pelo Ministério da Economia, em 2020, o setor da Construção Civil gerou mais 112 mil empregos e, de janeiro a abril de 2021, foram abertos 134 mil postos de trabalho nesta área.

IMPACTOS DA PANDEMIA NO SETOR

No início da pandemia, o setor da Construção Civil sofreu diversos impactos negativos como a redução de funcionários e jornada de trabalho, paralisação de obras, alta do dólar e bloqueios na exportação. 

Desta forma, inúmeras empresas foram afetadas pela falta de mão de obras e/ou insumos, principalmente as que não estavam preparadas para lidar com o impacto financeiro e, muito menos com o isolamento social. As construtoras e incorporadoras tiveram de se adaptar ao novo modelo de trabalho e, as que não tinham os processos digitalizados, ou seja, realizavam as atividades manualmente, como o controle por meio de Excel e documentação física, foram as mais prejudicadas. 

Da mesma maneira, os canteiros de obra também sofreram as consequências do isolamento, uma vez que, sem a atuação dos escritórios, engenheiros e gestores de obras não tinham como dar continuidade em seus serviços. 

Não obstante, outras áreas também foram fortemente afetadas, como a de exportação, que, devido à falta de insumos, materiais como alumínio, vidro, cobre, entre outros, tiveram seus preços elevados e o prazo de entrega mais lento. Essa escassez de insumos, somada com a alta demanda e a desvalorização do real, foi o que contribuiu para o aumento do preço dos materiais. 

Crescimento durante a pandemia

Contudo, apesar destes fatores, a Construção Civil logo foi classificada como serviço essencial pelo governo e conseguiu se reerguer no primeiro ano da pandemia, abrindo novos postos de trabalho e sendo a área que mais gerou empregos, como já citado.

A construção de novos hospitais, postos de saúde, pronto-socorros, entre outras obras públicas, também contribuíram para o crescimento do setor.  

Construção Civil na pós-pandemia

A pós-pandemia será marcada pelos novos hábitos e novas formas de trabalhar. A atenção para a segurança dos trabalhadores é indispensável nesta nova fase, portanto, manter álcool em gel disponível nos canteiros de obras e escritórios para clientes e funcionários, redobrar a higienização, manter uma distância segura e o uso da máscara, além dos EPIs, ainda serão exigidos pelas organizações de saúde. 

Outra mudança será a otimização do uso de softwares e tecnologias que tornarão as atividades mais eficientes, além de reduzir custos e elevar a produtividade, garantindo melhores resultados.

Por fim, há diversos outros fatores que irão acelerar o crescimento da Construção Civil na pós-pandemia, entre eles:

  • crescimento da demanda;
  • novas formas de trabalhar, como coworking e home office;
  • valorização da mão de obra;
  • aumento da concorrência;
  • maior facilidade e variedade de linhas de crédito.

EXPECTATIVA PARA 2022

Por fim, o esperado para 2022 é um cenário positivo, com um crescimento acelerado no setor. Vários fatores contribuem para essa expectativa, sendo elas a retomada dos investimentos e o ano eleitoral.

O primeiro caso se deve ao fato de que muitas pessoas e empresas tiveram de paralisar suas obras devido à instabilidade causada pela pandemia. Ou seja, com um cenário mais estável e com previsões mais certeiras do mercado, se torna mais seguro voltar aos investimentos.

Já o segundo caso, se refere aos gastos públicos com obras e melhorias na infraestrutura, muito comuns neste período de eleições.

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Como surgiu a JOFEGE e por que tem esse nome?

O que você conhece hoje da JOFEGE foi construído com o trabalho e suor de muitas pessoas ao longo dos anos. Não somos um grupo de empresas que existe há pouco tempo e isso traz solidez à nossa história. 

Tudo começou em agosto de  1968, quando quatro irmãos, JOão, JOsé, FErnandes e GEraldo, resolveram se juntar para comprar uma pequena pedreira em Itatiba, cidade próxima à Campinas, no interior de São Paulo. A união dos irmãos estava presente em tudo, inclusive no nome da empresa, formando a JO-FE-GE. Naquela época não havia a ambição de se formar um grupo de empresas atuantes em vários segmentos como têxtil e mineração de calcário, por exemplo. Aquele era, até então, um pequeno negócio familiar. 

Com o passar do tempo, os negócios começaram a se expandir e a visão empreendedora falou mais alto. Oportunidades de negócios foram enxergadas pelos líderes da empresa e então a expansão dos negócios começou nos anos 70.

Foi nessa década que deu-se o início da prestação de serviço no ramo de pavimentação, o que faria da JOFEGE, grandiosamente conhecida por todo estado de São Paulo, pois as estradas passaram a levar o progresso da Capital para o interior e litoral. Agora tudo estava interligado e o transporte das indústrias e empresas presentes no estado passou a ser feito com mais qualidade e agilidade.  

Do asfalto para o concreto, esta foi uma época em que a JOFEGE começou a desbravar o mundo da construção civil, passando a instalar centrais de concreto no interior do estado e oferecer o produto para grandes obras do setor. 

Dos anos 70 vamos caminhar por essa estrada de pavimentação e construção civil por duas décadas até chegarmos nos anos 90. A década de transição da moeda em nosso país, da chegada da Internet no Brasil, da implantação de tecnologias, como celulares e popularização da TV a cores. Tantas mudanças inspiraram, mais uma vez, os empreendedores da JOFEGE que enxergaram no mercado mais uma oportunidade de negócio. Junto da pavimentação e concreto, começaram a agregar outros serviços e oferecer um portfólio ainda mais completo para o setor de construção civil e pavimentação, agregando caldeiraria, a mineradora, a pedreira e o porto de areia. E assim, a JOFEGE passou a ser uma das empresas mais completas do estado para atender a qualquer tipo de obra, mas o setor ainda veria muito mais do que a empresa seria capaz de fazer.

Longe da pavimentação e construção civil, mas ainda de olho no futuro, nos anos 90 a JOFEGE começou costurar a sua história também com o setor têxtil, adquirindo uma tecelagem em Itatiba, que hoje tem sede em Nova Odessa e oferece serviços de acabamentos têxteis, além de EPIs agrícolas e produção de tecidos.

Para bons empreendedores, uma necessidade se torna uma grande oportunidade. Foi assim que surgiu a JOFEGE Mix com sua ampla linha de argamassas. Primeiro, para atender uma demanda da própria empresa, a partir de 1995, depois, para atender a outras grandes construtoras do país e desde 2015 no varejo, oferecendo produtos de qualidade a lojas de materiais para construção. 

Hoje, aquela pequena pedreira dos quatro irmãos, tem uma história consolidada no mercado, devido à visão empreendedora de seus líderes, trabalho e empenho de muita gente. Atualmente, a JOFEGE emprega, diretamente, cerca de 1.600 pessoas, além de contribuir com setores diversos, estimulando indiretamente a geração de empregos. 

Para uma qualidade que fica, há também uma história que fica!

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Tipos de concretos e suas aplicações

O concreto é o segundo insumo mais utilizados na construção civil, ficando atrás apenas da água, e é feito a partir da mistura de aglomerante (cimento), aglomerados (agregados graúdos, como pedras e agregados miúdos, como areia), água e, muitas vezes,  aditivos e adições (sílica ativa) para melhorar determinadas características no produto final. Apesar de muita gente confundir, possui uma grande diferença entre concreto e cimento, não apenas porque o concreto precisa do cimento para ser produzido, mas também porque, este último, é um pó fino feito de calcário e outros minerais, que absorve água e atua como agente de ligação.

ORIGEM DO CONCRETO

A ideia de usar concreto como material base para construção, está presente na humanidade desde a era da antiga civilização romana, porém, este insumo só passou a usar os aglomerantes e aglomerados, e ter as características conhecidos atualmente no século XIX. Essa evolução foi possível devido ao desenvolvimento do cimento Portland, por Joseph Aspdin em 1824. Após esta descoberta, houve o primeiro teste sistemático deste novo concreto, na Alemanha, no ano de 1836, com o intuito de medir a resistência, compressão e tração do material. E em 1849, Joseph Monier desenvolveu o primeiro concreto reforçado com aço, atualmente conhecido como concreto armado. Monier percebeu que a grande fraqueza do concreto era a baixa resistência a esforços de tração, desta forma, somou a resistência e tração do aço com as propriedades características do concreto.

FUNÇÕES DO CONCRETO

O concreto possui duas principais funções:

  • Elemento Estrutural: o concreto armado, como já citado, é a junção de concreto e aço, e o resultado desta união é uma estrutura de alta resistência e durabilidade. Sendo assim, ela está presente na construção civil em forma de vigas, blocos de fundação, lajes, estacas e pilares. 
  • Proteção: além de garantir que a edificação fique de pé, o concreto também tem a função de proteger dos agentes agressivos do meio, como sais e ácidos, prolongando a vida útil do aço.

JOFEGE MIX – TIPOS DE CONCRETO E SUAS APLICAÇÕES

Atuando nas principais cidades do estado de São Paulo, como São Paulo Capital, Campinas, Bragança Paulista, Limeira, entre outras, a JOFEGE trabalha com cinco tipos de concreto, sendo eles: 

  • Concreto Leve: é utilizado para redução do peso das estruturas, além de ser um importante isolante térmico e acústico. É indicado para enchimento de laje, regularização de pisos e elementos de vedação. Sua baixa densidade varia entre 500 e 1500 kg/m³ e pode alcançar resistências de até 20 MPa, de acordo com o agregado utilizado.
  • Concreto Pesado: é um poderoso isolante radioativo, por isso sua aplicação é indicada para instalações submetidas à radiação, hospitais, clínicas de radiologia e usinas nucleares. É dosado para ter densidades que variam entre 2400 e 4000 kg/m³, com resistências de até 30 MPa, para isso são utilizados agregados provenientes do minério de ferro.
  • Concreto Bombeado: a bomba de concreto é um equipamento destinado a impulsionar o concreto usado na construção civil, como complemento as atividades de uma betoneira, principalmente em construções de grande porte como edifícios e prédios em geral. O bombeamento é utilizado para se obter maior rapidez de execução da concretagem, maior volume concretado, maiores alturas e distâncias. Em virtude dessas facilidades do bombeamento de concreto, é que a cada dia este tipo de serviço vem sendo mais procurado pelo setor da construção.
  • Concreto Auto Adensável: é indicado para concretagem de peças densamente armadas, estruturas pré-moldadas, formas em alto relevo, fachadas em concreto aparente, painéis arquitetônicos, lajes, vigas, etc. Com grande variedade de aplicações, é obtido pela ação de aditivos superplastificantes, que proporcionam maior facilidade de bombeamento, excelente homogeneidade, resistência e durabilidade. Sua característica é de fluir com facilidade dentro das formas, passando pelas armaduras e preenchendo os espaços sob o efeito de seu próprio peso, sem o uso de equipamento de vibração. Para lajes e calçadas, por exemplo, este tipo de concreto se auto nivela, eliminando a utilização de vibradores e diminuindo o número de funcionários envolvidos na concretagem.
  • Concreto Colorido: é obtido através da adição de pigmentos de diferentes tonalidades à mistura, feita diretamente no caminhão betoneira logo após a dosagem dos outros materiais. Além de ser aplicado para dar um melhor efeito arquitetônico, elimina revestimentos e pintura, é de baixa manutenção e maior durabilidade. Pode ser aplicado em pisos, fachadas, muros, etc. A resistência do concreto colorido pode chegar a até 30 MPa.

Além desses, encontra-se no mercado da construção civil o outros tipos de concretos, sendo eles:

  • Concreto Convencional: é o tipo mais utilizado nas obras. É feito na própria obra, com ajuda de betoneira. É aplicado em obras civis, industriais e em peças pré-moldadas.
  • Concreto Submerso: é aplicado em presença de água, como tubulões, barragens, estruturas de contenção, em meio à lama bentonítica, e estruturas submersas em água doce ou salgada. Este concreto é preparado com sílica ativa para aguentar as agressões do meio marinho ao longo dos anos. 
  • Concreto Projetado: é muito utilizado no Brasil devido ao relevo que demanda muita obra de contenção. Possui maior fluidez que o concreto bombeável, e aditivos que aumentam sua aderência ao substrato. É aplicado com máquinas de pressão, que lançam um jato de concreto na superfície, em obras como encostas, túneis, entre outros.
  • Concreto Pré-moldado e Pré-fabricado: no primeiro caso, os elementos estruturais, como pilares, lajes, vigas, entre outros, são moldados e adquirem maior grau de resistência antes de serem definitivamente posicionados na estrutura. Elas podem ser adquiridas em empresas especializadas ou moldadas no próprio canteiro de obras. Já o Pré-fabricado, atende padrões mais rigorosos de controle de qualidade, sendo avaliado em várias etapas da fabricação, assim como no armazenamento, transporte e utilização. 

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A importância do EPI no setor agrícola

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária, EMBRAPA, em 2017 o setor agrícola foi responsável por mais de 19 milhões de empregos e no ano seguinte representou 21% de todo o PIB do país. Já no primeiro trimestre de 2021, este setor teve um aumento de 5,2%, mantendo posição de destaque no PIB brasileiro. 

Desta forma, a segurança dos trabalhadores desta área é, ou ao menos deveria ser, uma questão de extrema relevância para os empregadores, visto que são expostos a diversos fatores que colocam sua saúde e integridade física em risco, como agrotóxicos, animais peçonhentos e ferramentas cortantes (enxadas, facões, rastelos e maquinários, por exemplo). Portanto, o uso de EPIs se torna demasiadamente necessário. 

Mas afinal, o que são EPIs? 

EPI é uma sigla para Equipamentos de Proteção Individual. Em outras palavras, são itens de uso individual que têm por objetivo fornecer proteção em caso de acidente de trabalho e estes equipamentos podem variar de acordo com a função exercida pelo funcionário. Vale ressaltar que a Norma Regulamentadora (NR-06), do Ministério do Trabalho e Emprego, obriga as empresas a fornecerem gratuitamente e conforme a função exercida. 

E quando surgiram os EPIs? 

Ao contrário do que se pensa, os EPIs não surgiram com a Revolução Industrial. Pode-se dizer que, no começo da humanidade, quando os homens usavam peles de animais para se proteger do frio, estavam usando Equipamento de Proteção Individual. Com a evolução da sociedade, o uso destes dispositivos passaram a ser cada vez mais necessários, como os elmos, escudos, cotas de malha, armaduras, entre outros, para se protegerem em guerras e batalhas. 

Porém, foi apenas na Revolução Industrial que este termo passou a englobar a área trabalhista. Com a chegada de indústrias, metalúrgicas e mineradoras, muitos trabalhadores ficavam gravemente feridos devido aos acidentes de trabalho ou, até mesmo, chegavam a perder suas vidas. A partir de então, passaram a se conscientizar sobre o uso destes equipamentos de proteção. 

No Brasil, os EPIs passaram a ter mais visibilidade após a chegada de Getúlio Vargas ao poder, quando grandes companhias surgiram, como a Companhia Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional. Contudo, não foi um processo rápido: após descobertas as condições em que os trabalhadores eram expostos, surgiu a Consolidação das Leis Trabalhistas, conhecida como CLT, em 1943. Porém, apenas 23 anos mais tarde, em 1966, surgiu a Fundacentro, uma instituição focada na pesquisa e estudo das condições dos ambientes de trabalho. E 35 anos após a CLT, surgiram as Normas Regulamentadoras de Segurança no Trabalho, as NRs, sendo a sexta norma, a NR-06, que fala especificamente sobre as EPIs, como já mencionado. 

Por fim, qual a diferença entre EPI e EPC? 

Os principais Equipamentos de Proteção Individuais são: 

  • Proteção para  a cabeça: capacete e capuz;
  • Proteção para os olhos: óculos e máscara;
  • Proteção auditiva: protetor auricular e abafadores;
  • Proteção respiratória: respirador;
  • Proteção para o tronco: coletes;
  • Proteção para os membros superiores: luvas e braçadeiras;
  • Proteção para os membros inferiores: botas e calças.

Já os EPCs, são os Equipamentos de Proteção Coletiva. Ou seja, ficam instalados nas empresas garantindo a segurança e integridade física de todos os trabalhadores, não interferindo no trabalho. É orientado pela NR- 04, sob a responsabilidade do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança em Medicina do Trabalho (SESMT). 

Os principais Equipamentos de Proteção Coletiva são:

  • Cones;
  • Fitas;
  • Alarmes;
  • Grades e sistema de bloqueio;
  • Placas de sinalização;
  • Corrimão;
  • Exaustores;
  • Barreira contra radiação;
  • Barreira contra luminosidade.

Qual a relevância da JOFEGE no ramo de EPI Agrícola? 

A JOFEGE Têxtil, um dos segmentos da JOFEGE, atua com produtos e serviços em diversos setores, sendo um deles o agrícola, produzindo o kit completo de proteção, o qual compõe:

  • Calça;
  • Camisa;
  • Boné;
  • Avental;
  • Luva;
  • Viseira;
  • Respirador.

O kit completo pode ser feito de sarja ou tela. O primeiro é uma mistura de algodão e poliéster mais robusto, de gramatura mais pesada e mais resistente. Já o segundo, é uma mistura de algodão com poliéster mais leve e possui acabamento hidrorepelente. 

Quais os principais diferenciais dos produtos da JOFEGE Têxtil?

Os principais diferenciais são:

  • Modelagem que se adequa à expectativa do cliente;
  • Acabamento diferenciado, com mais durabilidade e tecnologia empregada;
  • Acabamento livre de PFOA (Ácido Perfluorooctanóico);
  • Costura altamente resistente;
  • Matéria-prima de qualidade. 

Existe ordem correta para colocar e retirar os EPIs Agrícolas? 

Sim! É de extrema importância seguir a ordem correta de colocar e retirar os Equipamentos de Proteção Individual para que não haja contaminação. É importante lembrar que todas as peças devem estar limpas, descontaminadas e em boas condições antes da utilização. E, para um maior conforto, devem ser vestidas por cima de uma roupa de algodão. Após utilizadas, as luvas e as botas devem ser muito bem lavadas com água e sabão neutro antes do processo de retirada das peças. 

Veja a seguir as etapas que devem ser corretamente seguidas:

Vestir:

  1. Calça;
  2. Jaleco;
  3. Botas;
  4. Avental;
  5. Respirador;
  6. Viseira Facial;
  7. Touca Árabe;
  8. Luvas.

Retirar:

  1. Touca Árabe;
  2. Viseira Facial;
  3. Avental;
  4. Jaleco;
  5. Botas;
  6. Calça;
  7. Luvas; 
  8. respirador.

Se você, trabalhador da área agrícola ou empresa,  gostou deste conteúdo e quer saber mais, acesse o site da JOFEGE Têxtil clicando AQUI e acompanhe as nossas redes sociais! 

Pavimentação no Brasil

A pavimentação no Brasil teve início com a inauguração da estrada União Indústria, em 1861. Já em 1905, foi aprovada a primeira lei que concedeu auxílio federal para construção de estradas. Contudo, foi apenas em 1920 que a Inspetoria Federal de Obras contra as Secas passou a implantar rodovias, mesmo que apenas no Nordeste e sem finalidade específica. Em 1926, São Paulo criou a Diretoria de Estradas de Rodagem que, em 1934, resultou no Departamento de Estradas de Rodagem, o primeiro órgão rodoviário brasileiro com autonomia técnica e administrativa. Um ano depois, foi fundada a Comissão de Estradas de Rodagem Federais e em 1928 foi inaugurada a primeira rodovia pavimentada, a Rio-Petrópolis, atual Washington Luís.

 

Em 1933, um grupo de trabalho elaborou um Projeto de Lei que foi responsável pela criação do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER. Já nas décadas de 40 e 50, a construção de rodovias ganhou impulso devido à criação do Fundo Rodoviário Nacional, a fundação da Petrobrás e a implantação da indústria automobilística nacional.

 

Em 1988, o Fundo Nacional Rodoviário foi extinto e, apesar dos incentivos criados nos anos seguintes, como o Selo Pedágio e o Imposto do Petróleo, os recursos foram caindo gradativamente: em 1970, cerca de US$2,3 bilhões eram destinados às rodovias federais e em 1998, passou a ser apenas US$1,2 bilhões. 

 

Tais dificuldades econômicas resultaram na degradação progressiva da rede rodoviária. A construção de novas estradas foi praticamente paralisada ou se manteve setorialmente e em ritmo muito lento. Além disso, a manutenção deixou de obedecer requisitos essenciais. Como consequência, atualmente, mais de 80% das rodovias, isto é, 1,3 milhão de quilômetros, não são pavimentadas. Como consequência do mau planejamento da pavimentação, como também de seu desgaste, defeito ou sua total ausência, os acidentes somaram mais 3.660 em rodovias federais, sendo mais de 3.600 com vítimas. E, com relação a fatores humanos associados à fiscalização ou infraestrutura da via, os acidentes somaram mais de 16.200, sendo com 14.000 vítimas fatais. Estes dados foram apresentados pela Confederação Nacional do Transporte em 2020. Desta forma, é importante ressaltar que os benefícios da pavimentação englobam agilidade e otimização de tempo, comodidade, segurança, economia com transporte, além de contribuir com a limpeza e, consequentemente para a saúde pública.

 

Em contrapartida, as rodovias mais modernas do Brasil são a Presidente Castelo Branco (que liga São Paulo à região Centro-Oeste), a Torres-Osório (no Rio Grande do Sul), a Rio-Santos (que percorre o litoral do Rio de Janeiro e São Paulo) e a Rodovia dos Imigrantes (que liga São Paulo a Santos). 

 

Trazendo mais qualidade para a pavimentação das estradas e rodovias de São Paulo, há mais de 40 anos, a JOFEGE atua nas principais cidades do estado de São Paulo, estando entre elas São Paulo Capital, Itatiba, Bragança Paulista, Barueri, Campinas, entre outras. E, mais recentemente em Limeira, com a construção do viaduto Barroca Funda.

 

O setor de pavimentação está em constante inovação, buscando principalmente, a sustentabilidade e a urbanização consciente. Um exemplo disso é o asfalto ecologicamente correto utilizado pela JOFEGE, que é feito reutilizando a borracha de pneus descartados. Você pode ler mais sobre este assunto clicando AQUI.

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Conheça alguns processos do Acabamento Têxtil

Se você acha que a JOFEGE trabalha apenas com construção civil, está muito enganado.  Uma de suas empresas atua no setor têxtil, com foco em tingimento e acabamento de tecidos. Desta forma, continue a leitura para conhecer alguns processos pelos quais o tecido passa até chegar em suas mãos.  

TINGIMENTO

Uma das especialidades da JOFEGE Têxtil é o tingimento de malhas de algodão, poliéster, poliamida e viscose, tanto 100% quanto misturadas com elastano ou combinadas entre si. Além disso, também são tingidos tecidos planos como algodão, linho, viscose, seda, poliéster, poliamida, entre outros.

Os métodos de tingimento contam com Corantes Reativos, Corantes Dispersos, Corante Direto, Corantes Indanthren (Linha de Uniforme/Hospitalar), e Corantes Ácidos, sendo este último muito aplicado em lã e seda, dado que estes corantes são solúveis em água e caracterizam-se por substâncias com estrutura química baseada em compostos azo, antraquinona, triarilmetano, azina, xanteno, ketonimina, nitro e nitroso, que fornecem uma ampla faixa de coloração e grau de fixação.

PROCESSOS DE TINGIMENTO

Já os processos de tingimento contam com:

  • Chamuscagem
  • Mercerização
  • Pré-alvejamento
  • Alvejamento com Brancos ópticos 
  • Tingimento Direto
  • Tingimento Reativo
  • Tingimento À Tina
  • Tingimento Ácido

ACABAMENTO

Os acabamentos são os processos finais cujo objetivo é melhorar a estrutura dimensional do tecido e sua aparência. 

Os métodos de acabamentos são: Ramagem, Calandragem e Compactação, Sanforização e Acabamento Spray, sendo este o que proporciona aos artigos, tanto abertos quanto tubulares, toque liso e macio.

PROCESSOS DE ACABAMENTO

Os processos de acabamento incluem:

  • Impermeabilizante (Teflon/Fluocarbono)
  • Anti-chamas
  • Anti-mofo-fungo-bactéria
  • Anti-esgarçantes
  • Anti-pilling
  • Acabamento Macio
  • Acabamento Engomado
  • Resinas Diferenciadas (passa fácil, glioxálicas)
  • Calandragem
  • Sanforização
  • Compactação Tubular e Aberta

Com equipamentos de última geração e rigoroso tratamento aplicado nos processos, a JOFEGE Têxtil garante excelência em todas as suas etapas, além de atendimento personalizado para cada cliente, atendendo a todas as exigências.

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SANEAMENTO BÁSICO – Saiba como sua má qualidade afeta a sociedade e a economia

Dentre os serviços de saneamento básico, podemos citar a água tratada, a coleta e tratamento de esgoto, a coleta de lixo e a drenagem pluvial. E, apesar de ser de conhecimento geral de que o saneamento básico é de suma importância para a sociedade, o investimento nesta área ainda é precário, majoritariamente em regiões carentes.

Segundo matéria publicada no portal da G1, em junho de 2020, 100 milhões (ou 47%) de brasileiros não possuem coleta de dejetos e 35 milhões (ou mais de 16%) não possuem água tratada, sendo as regiões mais críticas o Norte, o Nordeste e o entorno do Rio de Janeiro.

E você sabe porque esses números são assustadores? A resposta é simples: o saneamento básico influencia diretamente na  saúde, qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade. A mortalidade infantil é uma das principais consequências do contato direto com esgoto e consumo de água não tratada, uma vez que causam doenças como parasitoses, febre tifóide, leptospirose, entre outras. E, comumente, a população que sofre essa carência, também sofre com falta de moradia e renda adequada. 

Além da saúde, que, vale lembrar, estamos vivendo em tempos de pandemia em que a higiene é fundamental, o saneamento básico consciente também ajuda a preservar o meio ambiente, desde a extração correta da água, até a forma como o esgoto é descartado. É visado sempre o compromisso e a responsabilidade com a natureza e as gerações. 

Por fim, o impacto socioeconômico. A falta de um saneamento básico adequado afeta a economia e o desenvolvimento da sociedade das seguintes formas:

  •  Absenteísmo nos postos de trabalho

O primeiro efeito negativo é o afastamento do trabalho devido a infecções e sua principal consequência é o custo que isso gera para a sociedade. Com base em uma matéria também publicada no portal do G1, em 2012, essas ausências representaram a perda de 849,5 mil dias de trabalho. Para as empresas, representou 1,11 bilhão de reais em horas pagas não trabalhadas. Este valor poderia ter sido aplicado em investimentos ou novas contratações. 

  • Inibição de desempenho dos trabalhadores

O segundo efeito é o menor desempenho dos trabalhadores suscetíveis às doenças mencionadas anteriormente e as gastrointestinais. Profissionais que residem em regiões que possuem saneamento adequado, produzem 13,3% mais e, consequentemente, o salário é maior.

  • Atividades econômicas prejudicadas

Por último, as atividades econômicas de determinadas regiões não se desenvolvem devido à falta de saneamento, como o turismo, por exemplo. Por conseguinte, há uma redução na geração de empregos e renda. 

Sabendo da importância de uma coleta de dejetos e tratamento de água adequados, a JOFEGE trabalha com elaboração de projetos e execução de Estações de Tratamento de Água e Esgoto. Assista ao vídeo completo sobre a obra realizada para SABESP na cidade de Mairiporã e já se inscreva no canal para acompanhar demais projetos. 

https://www.youtube.com/watch?v=gxTvTNiuDn4&t=3s

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