Como surgiu a JOFEGE e por que tem esse nome?

O que você conhece hoje da JOFEGE foi construído com o trabalho e suor de muitas pessoas ao longo dos anos. Não somos um grupo de empresas que existe há pouco tempo e isso traz solidez à nossa história. 

Tudo começou em agosto de  1968, quando quatro irmãos, JOão, JOsé, FErnandes e GEraldo, resolveram se juntar para comprar uma pequena pedreira em Itatiba, cidade próxima à Campinas, no interior de São Paulo. A união dos irmãos estava presente em tudo, inclusive no nome da empresa, formando a JO-FE-GE. Naquela época não havia a ambição de se formar um grupo de empresas atuantes em vários segmentos como têxtil e mineração de calcário, por exemplo. Aquele era, até então, um pequeno negócio familiar. 

Com o passar do tempo, os negócios começaram a se expandir e a visão empreendedora falou mais alto. Oportunidades de negócios foram enxergadas pelos líderes da empresa e então a expansão dos negócios começou nos anos 70.

Foi nessa década que deu-se o início da prestação de serviço no ramo de pavimentação, o que faria da JOFEGE, grandiosamente conhecida por todo estado de São Paulo, pois as estradas passaram a levar o progresso da Capital para o interior e litoral. Agora tudo estava interligado e o transporte das indústrias e empresas presentes no estado passou a ser feito com mais qualidade e agilidade.  

Do asfalto para o concreto, esta foi uma época em que a JOFEGE começou a desbravar o mundo da construção civil, passando a instalar centrais de concreto no interior do estado e oferecer o produto para grandes obras do setor. 

Dos anos 70 vamos caminhar por essa estrada de pavimentação e construção civil por duas décadas até chegarmos nos anos 90. A década de transição da moeda em nosso país, da chegada da Internet no Brasil, da implantação de tecnologias, como celulares e popularização da TV a cores. Tantas mudanças inspiraram, mais uma vez, os empreendedores da JOFEGE que enxergaram no mercado mais uma oportunidade de negócio. Junto da pavimentação e concreto, começaram a agregar outros serviços e oferecer um portfólio ainda mais completo para o setor de construção civil e pavimentação, agregando caldeiraria, a mineradora, a pedreira e o porto de areia. E assim, a JOFEGE passou a ser uma das empresas mais completas do estado para atender a qualquer tipo de obra, mas o setor ainda veria muito mais do que a empresa seria capaz de fazer.

Longe da pavimentação e construção civil, mas ainda de olho no futuro, nos anos 90 a JOFEGE começou costurar a sua história também com o setor têxtil, adquirindo uma tecelagem em Itatiba, que hoje tem sede em Nova Odessa e oferece serviços de acabamentos têxteis, além de EPIs agrícolas e produção de tecidos.

Para bons empreendedores, uma necessidade se torna uma grande oportunidade. Foi assim que surgiu a JOFEGE Mix com sua ampla linha de argamassas. Primeiro, para atender uma demanda da própria empresa, a partir de 1995, depois, para atender a outras grandes construtoras do país e desde 2015 no varejo, oferecendo produtos de qualidade a lojas de materiais para construção. 

Hoje, aquela pequena pedreira dos quatro irmãos, tem uma história consolidada no mercado, devido à visão empreendedora de seus líderes, trabalho e empenho de muita gente. Atualmente, a JOFEGE emprega, diretamente, cerca de 1.600 pessoas, além de contribuir com setores diversos, estimulando indiretamente a geração de empregos. 

Para uma qualidade que fica, há também uma história que fica!

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Tipos de concretos e suas aplicações

O concreto é o segundo insumo mais utilizados na construção civil, ficando atrás apenas da água, e é feito a partir da mistura de aglomerante (cimento), aglomerados (agregados graúdos, como pedras e agregados miúdos, como areia), água e, muitas vezes,  aditivos e adições (sílica ativa) para melhorar determinadas características no produto final. Apesar de muita gente confundir, possui uma grande diferença entre concreto e cimento, não apenas porque o concreto precisa do cimento para ser produzido, mas também porque, este último, é um pó fino feito de calcário e outros minerais, que absorve água e atua como agente de ligação.

ORIGEM DO CONCRETO

A ideia de usar concreto como material base para construção, está presente na humanidade desde a era da antiga civilização romana, porém, este insumo só passou a usar os aglomerantes e aglomerados, e ter as características conhecidos atualmente no século XIX. Essa evolução foi possível devido ao desenvolvimento do cimento Portland, por Joseph Aspdin em 1824. Após esta descoberta, houve o primeiro teste sistemático deste novo concreto, na Alemanha, no ano de 1836, com o intuito de medir a resistência, compressão e tração do material. E em 1849, Joseph Monier desenvolveu o primeiro concreto reforçado com aço, atualmente conhecido como concreto armado. Monier percebeu que a grande fraqueza do concreto era a baixa resistência a esforços de tração, desta forma, somou a resistência e tração do aço com as propriedades características do concreto.

FUNÇÕES DO CONCRETO

O concreto possui duas principais funções:

  • Elemento Estrutural: o concreto armado, como já citado, é a junção de concreto e aço, e o resultado desta união é uma estrutura de alta resistência e durabilidade. Sendo assim, ela está presente na construção civil em forma de vigas, blocos de fundação, lajes, estacas e pilares. 
  • Proteção: além de garantir que a edificação fique de pé, o concreto também tem a função de proteger dos agentes agressivos do meio, como sais e ácidos, prolongando a vida útil do aço.

JOFEGE MIX – TIPOS DE CONCRETO E SUAS APLICAÇÕES

Atuando nas principais cidades do estado de São Paulo, como São Paulo Capital, Campinas, Bragança Paulista, Limeira, entre outras, a JOFEGE trabalha com cinco tipos de concreto, sendo eles: 

  • Concreto Leve: é utilizado para redução do peso das estruturas, além de ser um importante isolante térmico e acústico. É indicado para enchimento de laje, regularização de pisos e elementos de vedação. Sua baixa densidade varia entre 500 e 1500 kg/m³ e pode alcançar resistências de até 20 MPa, de acordo com o agregado utilizado.
  • Concreto Pesado: é um poderoso isolante radioativo, por isso sua aplicação é indicada para instalações submetidas à radiação, hospitais, clínicas de radiologia e usinas nucleares. É dosado para ter densidades que variam entre 2400 e 4000 kg/m³, com resistências de até 30 MPa, para isso são utilizados agregados provenientes do minério de ferro.
  • Concreto Bombeado: a bomba de concreto é um equipamento destinado a impulsionar o concreto usado na construção civil, como complemento as atividades de uma betoneira, principalmente em construções de grande porte como edifícios e prédios em geral. O bombeamento é utilizado para se obter maior rapidez de execução da concretagem, maior volume concretado, maiores alturas e distâncias. Em virtude dessas facilidades do bombeamento de concreto, é que a cada dia este tipo de serviço vem sendo mais procurado pelo setor da construção.
  • Concreto Auto Adensável: é indicado para concretagem de peças densamente armadas, estruturas pré-moldadas, formas em alto relevo, fachadas em concreto aparente, painéis arquitetônicos, lajes, vigas, etc. Com grande variedade de aplicações, é obtido pela ação de aditivos superplastificantes, que proporcionam maior facilidade de bombeamento, excelente homogeneidade, resistência e durabilidade. Sua característica é de fluir com facilidade dentro das formas, passando pelas armaduras e preenchendo os espaços sob o efeito de seu próprio peso, sem o uso de equipamento de vibração. Para lajes e calçadas, por exemplo, este tipo de concreto se auto nivela, eliminando a utilização de vibradores e diminuindo o número de funcionários envolvidos na concretagem.
  • Concreto Colorido: é obtido através da adição de pigmentos de diferentes tonalidades à mistura, feita diretamente no caminhão betoneira logo após a dosagem dos outros materiais. Além de ser aplicado para dar um melhor efeito arquitetônico, elimina revestimentos e pintura, é de baixa manutenção e maior durabilidade. Pode ser aplicado em pisos, fachadas, muros, etc. A resistência do concreto colorido pode chegar a até 30 MPa.

Além desses, encontra-se no mercado da construção civil o outros tipos de concretos, sendo eles:

  • Concreto Convencional: é o tipo mais utilizado nas obras. É feito na própria obra, com ajuda de betoneira. É aplicado em obras civis, industriais e em peças pré-moldadas.
  • Concreto Submerso: é aplicado em presença de água, como tubulões, barragens, estruturas de contenção, em meio à lama bentonítica, e estruturas submersas em água doce ou salgada. Este concreto é preparado com sílica ativa para aguentar as agressões do meio marinho ao longo dos anos. 
  • Concreto Projetado: é muito utilizado no Brasil devido ao relevo que demanda muita obra de contenção. Possui maior fluidez que o concreto bombeável, e aditivos que aumentam sua aderência ao substrato. É aplicado com máquinas de pressão, que lançam um jato de concreto na superfície, em obras como encostas, túneis, entre outros.
  • Concreto Pré-moldado e Pré-fabricado: no primeiro caso, os elementos estruturais, como pilares, lajes, vigas, entre outros, são moldados e adquirem maior grau de resistência antes de serem definitivamente posicionados na estrutura. Elas podem ser adquiridas em empresas especializadas ou moldadas no próprio canteiro de obras. Já o Pré-fabricado, atende padrões mais rigorosos de controle de qualidade, sendo avaliado em várias etapas da fabricação, assim como no armazenamento, transporte e utilização. 

Gostou de saber mais sobre os tipos de concretos? Então continue acompanhando nosso blog e redes sociais para ver mais matérias como esta! 

A importância do EPI no setor agrícola

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária, EMBRAPA, em 2017 o setor agrícola foi responsável por mais de 19 milhões de empregos e no ano seguinte representou 21% de todo o PIB do país. Já no primeiro trimestre de 2021, este setor teve um aumento de 5,2%, mantendo posição de destaque no PIB brasileiro. 

Desta forma, a segurança dos trabalhadores desta área é, ou ao menos deveria ser, uma questão de extrema relevância para os empregadores, visto que são expostos a diversos fatores que colocam sua saúde e integridade física em risco, como agrotóxicos, animais peçonhentos e ferramentas cortantes (enxadas, facões, rastelos e maquinários, por exemplo). Portanto, o uso de EPIs se torna demasiadamente necessário. 

Mas afinal, o que são EPIs? 

EPI é uma sigla para Equipamentos de Proteção Individual. Em outras palavras, são itens de uso individual que têm por objetivo fornecer proteção em caso de acidente de trabalho e estes equipamentos podem variar de acordo com a função exercida pelo funcionário. Vale ressaltar que a Norma Regulamentadora (NR-06), do Ministério do Trabalho e Emprego, obriga as empresas a fornecerem gratuitamente e conforme a função exercida. 

E quando surgiram os EPIs? 

Ao contrário do que se pensa, os EPIs não surgiram com a Revolução Industrial. Pode-se dizer que, no começo da humanidade, quando os homens usavam peles de animais para se proteger do frio, estavam usando Equipamento de Proteção Individual. Com a evolução da sociedade, o uso destes dispositivos passaram a ser cada vez mais necessários, como os elmos, escudos, cotas de malha, armaduras, entre outros, para se protegerem em guerras e batalhas. 

Porém, foi apenas na Revolução Industrial que este termo passou a englobar a área trabalhista. Com a chegada de indústrias, metalúrgicas e mineradoras, muitos trabalhadores ficavam gravemente feridos devido aos acidentes de trabalho ou, até mesmo, chegavam a perder suas vidas. A partir de então, passaram a se conscientizar sobre o uso destes equipamentos de proteção. 

No Brasil, os EPIs passaram a ter mais visibilidade após a chegada de Getúlio Vargas ao poder, quando grandes companhias surgiram, como a Companhia Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional. Contudo, não foi um processo rápido: após descobertas as condições em que os trabalhadores eram expostos, surgiu a Consolidação das Leis Trabalhistas, conhecida como CLT, em 1943. Porém, apenas 23 anos mais tarde, em 1966, surgiu a Fundacentro, uma instituição focada na pesquisa e estudo das condições dos ambientes de trabalho. E 35 anos após a CLT, surgiram as Normas Regulamentadoras de Segurança no Trabalho, as NRs, sendo a sexta norma, a NR-06, que fala especificamente sobre as EPIs, como já mencionado. 

Por fim, qual a diferença entre EPI e EPC? 

Os principais Equipamentos de Proteção Individuais são: 

  • Proteção para  a cabeça: capacete e capuz;
  • Proteção para os olhos: óculos e máscara;
  • Proteção auditiva: protetor auricular e abafadores;
  • Proteção respiratória: respirador;
  • Proteção para o tronco: coletes;
  • Proteção para os membros superiores: luvas e braçadeiras;
  • Proteção para os membros inferiores: botas e calças.

Já os EPCs, são os Equipamentos de Proteção Coletiva. Ou seja, ficam instalados nas empresas garantindo a segurança e integridade física de todos os trabalhadores, não interferindo no trabalho. É orientado pela NR- 04, sob a responsabilidade do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança em Medicina do Trabalho (SESMT). 

Os principais Equipamentos de Proteção Coletiva são:

  • Cones;
  • Fitas;
  • Alarmes;
  • Grades e sistema de bloqueio;
  • Placas de sinalização;
  • Corrimão;
  • Exaustores;
  • Barreira contra radiação;
  • Barreira contra luminosidade.

Qual a relevância da JOFEGE no ramo de EPI Agrícola? 

A JOFEGE Têxtil, um dos segmentos da JOFEGE, atua com produtos e serviços em diversos setores, sendo um deles o agrícola, produzindo o kit completo de proteção, o qual compõe:

  • Calça;
  • Camisa;
  • Boné;
  • Avental;
  • Luva;
  • Viseira;
  • Respirador.

O kit completo pode ser feito de sarja ou tela. O primeiro é uma mistura de algodão e poliéster mais robusto, de gramatura mais pesada e mais resistente. Já o segundo, é uma mistura de algodão com poliéster mais leve e possui acabamento hidrorepelente. 

Quais os principais diferenciais dos produtos da JOFEGE Têxtil?

Os principais diferenciais são:

  • Modelagem que se adequa à expectativa do cliente;
  • Acabamento diferenciado, com mais durabilidade e tecnologia empregada;
  • Acabamento livre de PFOA (Ácido Perfluorooctanóico);
  • Costura altamente resistente;
  • Matéria-prima de qualidade. 

Existe ordem correta para colocar e retirar os EPIs Agrícolas? 

Sim! É de extrema importância seguir a ordem correta de colocar e retirar os Equipamentos de Proteção Individual para que não haja contaminação. É importante lembrar que todas as peças devem estar limpas, descontaminadas e em boas condições antes da utilização. E, para um maior conforto, devem ser vestidas por cima de uma roupa de algodão. Após utilizadas, as luvas e as botas devem ser muito bem lavadas com água e sabão neutro antes do processo de retirada das peças. 

Veja a seguir as etapas que devem ser corretamente seguidas:

Vestir:

  1. Calça;
  2. Jaleco;
  3. Botas;
  4. Avental;
  5. Respirador;
  6. Viseira Facial;
  7. Touca Árabe;
  8. Luvas.

Retirar:

  1. Touca Árabe;
  2. Viseira Facial;
  3. Avental;
  4. Jaleco;
  5. Botas;
  6. Calça;
  7. Luvas; 
  8. respirador.

Se você, trabalhador da área agrícola ou empresa,  gostou deste conteúdo e quer saber mais, acesse o site da JOFEGE Têxtil clicando AQUI e acompanhe as nossas redes sociais! 

Pavimentação no Brasil

A pavimentação no Brasil teve início com a inauguração da estrada União Indústria, em 1861. Já em 1905, foi aprovada a primeira lei que concedeu auxílio federal para construção de estradas. Contudo, foi apenas em 1920 que a Inspetoria Federal de Obras contra as Secas passou a implantar rodovias, mesmo que apenas no Nordeste e sem finalidade específica. Em 1926, São Paulo criou a Diretoria de Estradas de Rodagem que, em 1934, resultou no Departamento de Estradas de Rodagem, o primeiro órgão rodoviário brasileiro com autonomia técnica e administrativa. Um ano depois, foi fundada a Comissão de Estradas de Rodagem Federais e em 1928 foi inaugurada a primeira rodovia pavimentada, a Rio-Petrópolis, atual Washington Luís.

 

Em 1933, um grupo de trabalho elaborou um Projeto de Lei que foi responsável pela criação do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER. Já nas décadas de 40 e 50, a construção de rodovias ganhou impulso devido à criação do Fundo Rodoviário Nacional, a fundação da Petrobrás e a implantação da indústria automobilística nacional.

 

Em 1988, o Fundo Nacional Rodoviário foi extinto e, apesar dos incentivos criados nos anos seguintes, como o Selo Pedágio e o Imposto do Petróleo, os recursos foram caindo gradativamente: em 1970, cerca de US$2,3 bilhões eram destinados às rodovias federais e em 1998, passou a ser apenas US$1,2 bilhões. 

 

Tais dificuldades econômicas resultaram na degradação progressiva da rede rodoviária. A construção de novas estradas foi praticamente paralisada ou se manteve setorialmente e em ritmo muito lento. Além disso, a manutenção deixou de obedecer requisitos essenciais. Como consequência, atualmente, mais de 80% das rodovias, isto é, 1,3 milhão de quilômetros, não são pavimentadas. Como consequência do mau planejamento da pavimentação, como também de seu desgaste, defeito ou sua total ausência, os acidentes somaram mais 3.660 em rodovias federais, sendo mais de 3.600 com vítimas. E, com relação a fatores humanos associados à fiscalização ou infraestrutura da via, os acidentes somaram mais de 16.200, sendo com 14.000 vítimas fatais. Estes dados foram apresentados pela Confederação Nacional do Transporte em 2020. Desta forma, é importante ressaltar que os benefícios da pavimentação englobam agilidade e otimização de tempo, comodidade, segurança, economia com transporte, além de contribuir com a limpeza e, consequentemente para a saúde pública.

 

Em contrapartida, as rodovias mais modernas do Brasil são a Presidente Castelo Branco (que liga São Paulo à região Centro-Oeste), a Torres-Osório (no Rio Grande do Sul), a Rio-Santos (que percorre o litoral do Rio de Janeiro e São Paulo) e a Rodovia dos Imigrantes (que liga São Paulo a Santos). 

 

Trazendo mais qualidade para a pavimentação das estradas e rodovias de São Paulo, há mais de 40 anos, a JOFEGE atua nas principais cidades do estado de São Paulo, estando entre elas São Paulo Capital, Itatiba, Bragança Paulista, Barueri, Campinas, entre outras. E, mais recentemente em Limeira, com a construção do viaduto Barroca Funda.

 

O setor de pavimentação está em constante inovação, buscando principalmente, a sustentabilidade e a urbanização consciente. Um exemplo disso é o asfalto ecologicamente correto utilizado pela JOFEGE, que é feito reutilizando a borracha de pneus descartados. Você pode ler mais sobre este assunto clicando AQUI.

Gostou de saber um pouco mais sobre a pavimentação? Então continue acompanhando nosso blog e redes sociais para ficar por dentro de mais conteúdos como este.

Conheça alguns processos do Acabamento Têxtil

Se você acha que a JOFEGE trabalha apenas com construção civil, está muito enganado.  Uma de suas empresas atua no setor têxtil, com foco em tingimento e acabamento de tecidos. Desta forma, continue a leitura para conhecer alguns processos pelos quais o tecido passa até chegar em suas mãos.  

TINGIMENTO

Uma das especialidades da JOFEGE Têxtil é o tingimento de malhas de algodão, poliéster, poliamida e viscose, tanto 100% quanto misturadas com elastano ou combinadas entre si. Além disso, também são tingidos tecidos planos como algodão, linho, viscose, seda, poliéster, poliamida, entre outros.

Os métodos de tingimento contam com Corantes Reativos, Corantes Dispersos, Corante Direto, Corantes Indanthren (Linha de Uniforme/Hospitalar), e Corantes Ácidos, sendo este último muito aplicado em lã e seda, dado que estes corantes são solúveis em água e caracterizam-se por substâncias com estrutura química baseada em compostos azo, antraquinona, triarilmetano, azina, xanteno, ketonimina, nitro e nitroso, que fornecem uma ampla faixa de coloração e grau de fixação.

PROCESSOS DE TINGIMENTO

Já os processos de tingimento contam com:

  • Chamuscagem
  • Mercerização
  • Pré-alvejamento
  • Alvejamento com Brancos ópticos 
  • Tingimento Direto
  • Tingimento Reativo
  • Tingimento À Tina
  • Tingimento Ácido

ACABAMENTO

Os acabamentos são os processos finais cujo objetivo é melhorar a estrutura dimensional do tecido e sua aparência. 

Os métodos de acabamentos são: Ramagem, Calandragem e Compactação, Sanforização e Acabamento Spray, sendo este o que proporciona aos artigos, tanto abertos quanto tubulares, toque liso e macio.

PROCESSOS DE ACABAMENTO

Os processos de acabamento incluem:

  • Impermeabilizante (Teflon/Fluocarbono)
  • Anti-chamas
  • Anti-mofo-fungo-bactéria
  • Anti-esgarçantes
  • Anti-pilling
  • Acabamento Macio
  • Acabamento Engomado
  • Resinas Diferenciadas (passa fácil, glioxálicas)
  • Calandragem
  • Sanforização
  • Compactação Tubular e Aberta

Com equipamentos de última geração e rigoroso tratamento aplicado nos processos, a JOFEGE Têxtil garante excelência em todas as suas etapas, além de atendimento personalizado para cada cliente, atendendo a todas as exigências.

Se você gostou de conhecer um pouco sobre os processos da indústria têxtil, continue acompanhando nosso blog e nossas redes sociais para ficar por dentro de mais temas como este!

SANEAMENTO BÁSICO – Saiba como sua má qualidade afeta a sociedade e a economia

Dentre os serviços de saneamento básico, podemos citar a água tratada, a coleta e tratamento de esgoto, a coleta de lixo e a drenagem pluvial. E, apesar de ser de conhecimento geral de que o saneamento básico é de suma importância para a sociedade, o investimento nesta área ainda é precário, majoritariamente em regiões carentes.

Segundo matéria publicada no portal da G1, em junho de 2020, 100 milhões (ou 47%) de brasileiros não possuem coleta de dejetos e 35 milhões (ou mais de 16%) não possuem água tratada, sendo as regiões mais críticas o Norte, o Nordeste e o entorno do Rio de Janeiro.

E você sabe porque esses números são assustadores? A resposta é simples: o saneamento básico influencia diretamente na  saúde, qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade. A mortalidade infantil é uma das principais consequências do contato direto com esgoto e consumo de água não tratada, uma vez que causam doenças como parasitoses, febre tifóide, leptospirose, entre outras. E, comumente, a população que sofre essa carência, também sofre com falta de moradia e renda adequada. 

Além da saúde, que, vale lembrar, estamos vivendo em tempos de pandemia em que a higiene é fundamental, o saneamento básico consciente também ajuda a preservar o meio ambiente, desde a extração correta da água, até a forma como o esgoto é descartado. É visado sempre o compromisso e a responsabilidade com a natureza e as gerações. 

Por fim, o impacto socioeconômico. A falta de um saneamento básico adequado afeta a economia e o desenvolvimento da sociedade das seguintes formas:

  •  Absenteísmo nos postos de trabalho

O primeiro efeito negativo é o afastamento do trabalho devido a infecções e sua principal consequência é o custo que isso gera para a sociedade. Com base em uma matéria também publicada no portal do G1, em 2012, essas ausências representaram a perda de 849,5 mil dias de trabalho. Para as empresas, representou 1,11 bilhão de reais em horas pagas não trabalhadas. Este valor poderia ter sido aplicado em investimentos ou novas contratações. 

  • Inibição de desempenho dos trabalhadores

O segundo efeito é o menor desempenho dos trabalhadores suscetíveis às doenças mencionadas anteriormente e as gastrointestinais. Profissionais que residem em regiões que possuem saneamento adequado, produzem 13,3% mais e, consequentemente, o salário é maior.

  • Atividades econômicas prejudicadas

Por último, as atividades econômicas de determinadas regiões não se desenvolvem devido à falta de saneamento, como o turismo, por exemplo. Por conseguinte, há uma redução na geração de empregos e renda. 

Sabendo da importância de uma coleta de dejetos e tratamento de água adequados, a JOFEGE trabalha com elaboração de projetos e execução de Estações de Tratamento de Água e Esgoto. Assista ao vídeo completo sobre a obra realizada para SABESP na cidade de Mairiporã e já se inscreva no canal para acompanhar demais projetos. 

https://www.youtube.com/watch?v=gxTvTNiuDn4&t=3s

 E, se você gostou deste tema, fique de olho nas redes sociais e no blog do Grupo JOFEGE para ver mais conteúdos como este!

Saúde na obra

Devido ao rápido alastramento pelo globo e, consequentemente, o alto número de mortes, no dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde, OMS, decretou a pandemia do novo coronavírus, COVID-19. Desde então, a população mundial vem adaptando as mais diversas áreas da sociedade como forma de tentar conter o novo vírus. Medidas preventivas como o uso de máscaras, de álcool em gel, de luvas e aferição de temperatura, foram tomadas para auxiliar na prevenção. Então, neste texto você verá como a Construção Civil foi afetada e quais mudanças ocorreram para trazer um ambiente mais seguro para os trabalhadores e colaboradores.    

Inicialmente, esperava-se que este setor sofresse grande impacto, devido à queda na compra de imóveis, a diminuição na importação de matérias-primas e o fechamento de lojas. Contudo, com este novo cenário, a Construção Civil teve importante atuação na construção de hospitais, pronto-socorros, entre outras instalações públicas. Obras que já estavam em andamento não foram paralisadas e as construtoras que fecharam as portas migraram para a loja virtual. Com essas soluções a Construção Civil conseguiu uma rápida recuperação, tendo momento de superação como em junho de 2020 que foi o melhor mês para o setor no Brasil em 4 anos, segundo Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Como pode se perceber, a paralisação das atividades da Construção Civil é inviável por trazer diversos prejuízos (tanto para o setor, quanto para a civilização), portanto, a Jofege apresentará a seguir as ações recomendadas para que você possa gerir suas obras com mais segurança contra a propagação do novo vírus.

HIGIENE EM OBRAS

Uma higienização adequada contribui para mitigar a propagação do vírus, portanto em locais de uso comum é imprescindível seguir as recomendações abaixo:

  • A cada 1 hora, limpar com cloro ativo maçanetas, torneiras e locais de uso frequente.
  • A cada 2 horas, limpar com cloro ativo banheiros físicos ou químicos, sanitários, pias, bebedouros, refeitórios, vestiários, relógio de ponto, catracas e equipamentos de trabalho. 

 

HIGIENE PESSOAL

A higiene pessoal é um dos métodos mais eficazes de prevenção do novo coronavírus. Por esta razão, deve ser disponibilizado, em obras e escritórios, álcool 70%. Além disso, a empresa deve supervisionar a disponibilidade de sabonete nos banheiros para que este não falte. A lavagem das mãos e equipamentos, incluindo os individuais, deve ser frequente, sendo deste último, antes e depois do manuseio. É indicado que a equipe seja orientada sobre qual a maneira correta de fazer a higienização e sua frequência.

 

AGLOMERAÇÕES

Além da higienização, outra recomendação que deve ser seguida com afinco é a restrição da aglomeração. Isso significa que os indivíduos devem se manter o mais afastados possível em locais de uso comum como escritórios, refeitórios, elevadores, entre outros. Veja abaixo modos de evitar a aglomeração: 

  • O horário de almoço deve ser feito em turnos alternados para que diminua o fluxo de pessoas no local. As mesas e assentos devem estar afastadas, pelo menos, 2 metros umas das outras, mantendo o distanciamento social, como orienta a OMS. É recomendado que a refeição seja servida pelos responsáveis de cozinha e estes devem, obrigatoriamente, usar luvas. 

 

  • A circulação de pessoas deve ser restrita apenas a funcionários e serviços imprescindíveis. A entrada destes tem de ser a mais rápida possível e não deve ocorrer o contato direto com os trabalhadores. E, considerando os tópicos anteriores, a higienização das mãos deve ser feita antes e depois da execução do serviço. 

 

  • Se possível, os turnos de trabalho também devem ser alternados, a fim de evitar grande circulação de pessoas nos canteiros de obras e a aglomeração nos transportes públicos.

 

DISTANCIAMENTO SOCIAL E CONTATO DIRETO

Assim como mencionado no tópico anterior, o distanciamento social deve ser respeitado também no canteiro de obras. A distância de dois metros deve ser mantida em qualquer circunstância. Consequentemente, o contato direto, como apertos de mãos, devem ser evitados. Da mesma forma, instrumentos de uso comum devem ser higienizados antes e depois de sua utilização.

 

EPIs

As empresas devem orientar seus funcionários como utilizar de forma correta os Equipamentos de Proteção Individuais, de forma a não deixarem de usar as máscaras e luvas, como recomenda a OMS. Os EPIs devem sempre serem higienizados e estarem em excelentes condições de uso, tanto para prevenir o contágio do novo vírus, quanto para evitar acidentes de trabalho. 

 

GRUPO DE RISCO 

Pessoas do grupo de risco devem receber uma atenção maior, mas, preferencialmente, devem ser isoladas para evitar o contágio. Para ser considerado do grupo de risco a pessoa deve ter/ser:

  • Mais de 60 anos de idade;
  • Pressão alta;
  • Problemas cardíacos ou respiratórios;
  • Diabetes;
  • Imunodeprimidos, como transplantados ou portadores de doenças autoimunes;

 

Além desses quadros, pessoas que retornaram de viagem, devem ficar isoladas em suas casas durante 7 dias. 

 

SINTOMAS

É importante ressaltar que é imprescindível ficar atento aos sintomas e sempre alertar a empresa ao ter alguma suspeita. Deve informar aos responsáveis se houve contato com alguém que testou positivo ou apresentou sintomas característicos da doença. Além do mais, se o funcionário realizar o teste e positivar, deve investigar com quais outros funcionários ele esteve em contato, a fim de tomar as medidas cabíveis e recomendadas. 

Os principais sintomas e que devem receber mais atenção são:

  • Tosse seca;
  • Febre alta;
  • Coriza;
  • Dor de garganta;
  • Dificuldade de respirar.

A medida que deve ser tomada de imediato é o isolamento do funcionário em casa, sem que haja prejuízo financeiro para este. 

DIVULGAÇÃO E AÇÕES

As empresas devem espalhar cartazes que ressaltem as orientações da Organização Mundial da Saúde, como o uso obrigatório de máscara, o uso de álcool em gel 70%, a higienização correta e regular das mãos que não devem ser levadas ao nariz, à boca e aos olhos. Também deve conter instruções sobre não compartilhar objetos de uso pessoal, como celulares. 

Reuniões e conferências inadiáveis devem ser feitas por videochamadas, se possível. Caso contrário, devem ser realizadas em locais arejados, respeitando o distanciamento entre os participantes. Indivíduos que apresentarem sinais como tosse e espirros, devem ser dispensados. Eventos e viagens para locais com grandes aglomerações devem ser canceladas ou adiadas. 

Deve liberar para trabalhar remotamente o máximo de pessoas que for possível, priorizando os que são ou que convivem com pessoas do grupo de risco. 

Você conhecia ou já praticava todas estas recomendações em suas obras? Gostou do nosso conteúdo? Então continue seguindo o blog da Jofege para ver mais dicas e orientações como estas! 

A Indústria 4.0 na Construção Civil

Não é novidade que estamos na era da 4ª Revolução Industrial e, para que uma empresa tenha vantagens competitivas em relação aos concorrentes, ela deve se adequar a esta nova realidade. Apesar disso, segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) apresentados em 2018, menos de 2% das indústrias brasileiras estão inseridas no conceito de “Indústria 4.0”, sendo este capaz de movimentar US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos. 

 

Mas você sabe exatamente o que é a Indústria 4.0 e como ela impacta no setor da Construção Civil? Não? Então continue a leitura, que a Jofege explica para você! 

 

QUAIS FORAM AS OUTRAS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS?

 

Antes de falarmos sobre a 4ª Revolução Industrial, é importante ter uma noção de quais e como foram as Revoluções anteriores.

 

A primeira Revolução Industrial ocorreu na metade do século XVIII, na Inglaterra, e seu principal marco foi a criação da máquina a vapor e a aplicação desta na produção têxtil. Com isso, o desenvolvimento das cidades e da economia foi inevitável. Os campos passaram por um processo de mecanização e as cidades foram se expandindo cada vez mais, gerando novos empregos, aumentando o número de fábricas, consequentemente, de mercadorias. A construção de ferrovias nesse período foi de grande importância para facilitar o transporte de tais produtos e pessoas.

 

Já a Segunda Revolução ocorreu em meados dos séculos XIX e XX. E foi nesse período que automóveis, telefones, televisões, aviões e rádios foram produzidos e comercializados. Também é conhecido pela produção em massa e pelo famigerado modelo de linha de montagem de Henry Ford, de 1913.

 

E, por fim, a Terceira Revolução Industrial. Esta se intensificou a partir da segunda metade do século XX, mais especificamente após a Segunda Guerra Mundial. Também conhecida como Revolução Tecnocientífica, esta fase é caracterizada pelo aprimoramento das máquinas e tecnologias, além da criação de robôs e evolução contínua de aparelhos tecnológicos. 

O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

 

Agora que já sabemos quais foram as primeiras Revoluções, vamos focar no tema deste texto!

 

A Indústria 4.0 é um reflexo da 4ª Revolução Industrial, a qual tem como principal característica a fusão do físico, tecnológico e biológico, citando como exemplo a Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Biologia Sintética. Em outras palavras, é a evolução da relação entre homem e máquina. 

 

Este conceito foi dado em 2016 pelo fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em uma obra homônima. Em suas palavras, a Quarta Revolução Industrial “gera um mundo no qual os sistemas de fabricação virtuais e físicos cooperam entre si de uma maneira flexível a nível global”.

 

Para entender melhor esta fusão, relação e cooperação, vamos abordar a seguir as 9 principais tecnologias que são aplicadas na Indústria 4.0.

 

QUAIS SÃO AS TECNOLOGIAS APLICADAS NA INDÚSTRIA 4.0?

 

 

  • Big Data e Data Analytics

 

 

A aplicação de Big Data e Data Analytics otimiza a qualidade da produção, economiza energia e melhora o desempenho dos equipamentos, uma vez que tem a capacidade de coletar, organizar e analisar dados de diversas fontes.

 

 

 

  • Robôs autônomos

 

 

Apesar de os robôs já serem utilizados há muito tempo na indústria, a novidade é que agora eles têm a capacidade de exercer suas funções, de forma inteligente, cooperativa e autônoma, sem supervisão humana. As vantagens para a indústria são a redução nos custos de mão-de-obra e o aumento na produção.

 

 

  • Simulação

 

 

Na Indústria 4.0, a simulação serve para auxiliar na cadeia de produção, uma vez que o ambiente virtual envolve máquinas, produtos, processos e pessoas. Além disso, são usados dados do mundo físico.

 

 

  • Integração de Sistemas (horizontais e verticais)

 

 

Estas integrações estão relacionadas ao sistema de TI consistentes e interligados dentro e fora das empresas, ou seja, da engenharia e produção até fornecedores e clientes. 

 

 

  • Internet das coisas

 

 

Você já deve ter ouvido falar na Internet das Coisas, IoT, mas você sabe o que é? São todos os sensores que fazem parte do nosso dia-a-dia que são conectados a dispositivos como celular, TVs, automóveis, entre outros. Ou seja, são as coisas inteligentes conectadas pela internet. Estes sensores conectados geram dados e dados analisados (data analytics) aumentam a capacidade de tomada de decisão em tempo real.

 

 

  • Cibersegurança (Cyber Security)

 

 

Seu principal objetivo é proteger dados e sistemas de ameaças cibernéticas. Pode-se dizer que é uma consequência do mundo altamente conectado e integrado. 

 

 

  • Computação em Nuvem (Cloud Computing)

 

 

Apesar de ser utilizada em muitas organizações, na Indústria 4.0 se tem um aumento na capacidade e velocidade de processamento, otimizando o desempenho das tecnologias em nuvem.  Dentre os benefícios, destaca-se a maior quantidade de dados passíveis de integração e economia de hardware para as organizações.

 

  • Manufatura Aditiva

 

 

A Manufatura Aditiva também é chamada de impressão 3D. Na Indústria 4.0 ela é utilizada em larga escala para a produção de peças customizadas em pequenos lotes, reduzindo, assim, os custos de personalização, fabricação e transporte. 

 

 

  • Realidade Aumentada

 

 

Essa tecnologia tem sido muito explorada pela Indústria 4.0, especialmente nas áreas da medicina e educação, por permitir que o mundo real interaja com o mundo virtual. Outra aplicação muito frequente é para o treinamento profissional de colaboradores. 

 

COMO É A INDÚSTRIA 4.0 NA CONSTRUÇÃO CIVIL?

 

Abaixo abordaremos os principais pontos que têm se mostrado vantajosos nas etapas da Construção Civil, desde o planejamento até os processos de controle e gerenciamento de obras. Também é importante citar que estas tecnologias auxiliam na gestão financeira, comercial e estratégica das empresas.

Aumento da Produtividade

Com a automação de algumas etapas, análise de informações, por exemplo, há uma perda menor de tempo. Sendo assim, os gestores têm mais disponibilidade para controlar a operação, aumentando a produtividade e, consequentemente, melhorando os resultados da empresa. Além disso, o gerenciamento centralizado, resultado da automação, faz com que diminua os riscos de possíveis erros e facilita o gerenciamento de cronogramas. 

Fortalecimento da Qualidade

Qualidade é um dos pilares da Construção Civil e, por este motivo, a Indústria 4.0, por meio de softwares de gestão, tem o importante papel de acompanhar o andamento físico-financeiro das atividades. Além de controlar o cadastro de contatos e fornecedores, facilitando a disponibilidade de profissionais e materiais.

 

Otimização da Gestão

Como já mencionado, a 4ª Revolução Industrial e seus bem-feitos na Construção Civil facilitam o gerenciamento de obras. A otimização da gestão de dados simplifica a criação de gráficos de controle, a centralização de informações e seu acesso. 

 

Acessibilidade para empresas de diversos portes

É importante ter em mente que estas tecnologias não são exclusividades de grandes empresas. Incorporadoras, construtoras e empreiteiras de pequeno porte também podem ter acesso aos benefícios da Indústria 4.0 e se destacarem no mercado com tal diferencial competitivo. Existem softwares de gestão de uso prático e implementação descomplicada, portanto, empresas de pequeno porte podem dispor de métodos para atingirem uma boa performance operacional, aumentando a competitividade, graças a acessibilidade e sua democratização. 

 

Aumento de Competitividade

O aumento da competitividade é uma consequência dos benefícios citados anteriormente. O aumento da produtividade, somado com a melhoria da qualidade, faz com que haja uma redução de custos e, com isso, se torna possível ampliar os investimentos. O aumento da qualidade faz com que novos clientes sejam atraídos e a melhoria na gestão ajuda na expansão dos negócios, tendo como resultado, um mercado mais competitivo.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a 4ª Revolução Industrial e suas contribuições para o desenvolvimento humano? Então continue acompanhando o blog da Jofege para ficar por dentro de mais conteúdos como este.